20 de outubro de 2009

Quem foi que disse que essa combinação não pode ser perfeita, heim? Mas podem perceber, as bandas formadas por meninas (nem que seja só uma), estão aumentando cada dia mais, e isso é só mais uma prova que cada vez mais, as mulheres podem sim se igualar aos homens e fazer até melhor se quiserem.
Não é de hoje que existe mulheres no mundo do rock cantando super bem e deixando a sua marca femenina. Vou mostrar algumas 🙂

LIPSTICK

A banda é formada por Carol Navarro (baixista), Dedê Soares (guitarrista), Mel Ravasio (vocalista), Mi Oliveira (tecladista) e Tila Gandra (baterista).
As meninas se conheciam a algum tempo, elas frequentavam a mesma escola de musica e nada melhor do que formar uma banda para por em pratica tudo o que aprenderam. No inicio, a banda era apenas uma forma de diversão. As meninas conciliavam a banda com seus outros afazeres e estudos no ABC paulista.
Indico: A Nossa Historia, Descontrolada, Nunca Mais, Parei, Eu sei, Hoje pensei em você

MIXTAPE
O Mixtape é uma banda de Curitiba formada por Helen (baixo), Pris (guitarra e voz) e Renata Monteiro (bateria). As maiores inspirações delas ficam entre Alanis Morissette, Le Tigre e No Doubt.
Indico: Destino, Já não quero mais, Meu Mundo, Perfeita Ilusão

AGNELA
A banda é formada por Déia Cassali no vocal, Nath na guitarra, Milla no Baixo, Loma na Bateria e Betah na Guitarra. Elas foram o primeiro fruto do quadro “˜Olha Minha Banda” do programa Caldeirão do Huck.
Indico: Podia Ser, Velho Ditado, Sem Você, Eu Preciso, Subliminar e Almas Gêmeas

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  • Inspiration #44
  • 5 batons vermelhos preferidos
  • Quando comecei no youtube! (Dinheiro, equipamentos e incentivo)
  • 18 de outubro de 2009

    HISTORIA
    A palavra chapéu vem do latim antigo “cappa”, “capucho” que significa peça usada para cobrir a cabeça.
    O primeiro acessório efetivamente usado foi o “pétaso” por volta do ano 2.000 a.C.
    Tratava-se de um chapéu de copa baixa e abas largas que os gregos utilizavam em suas viagens como uma forma de proteção.
    Era um tipo prático, ajustável, retirado com facilidade, tendo perdurado na Europa por toda a Idade Média (de 476 a 1453).
    Nas primeiras décadas do século XX, os chapéus masculinos em suas formas e estilos, alteraram-se pouco em oposição aos chapéus femininos, que conheceram diversos tipos, com freqüentes variações, até mesmo segundo as estações do ano.
    Depois da década de 30 e até hoje, os chapéus passaram a ser encarados como um acessório de vestimenta e proteção.
    Agora, além dos chapéus, temos também algumas variedades, como boinas, bonés e toucas bombando por ai.
    Boina
    Símbolo da França, e dos franceses, a boina uma espécie de boné sem abas. A copa pode ser ampla e ficar folgada na cabeça ou ser menor e mais ajustada. O detalhe que caracteriza esse modelo é a aquela faixa reta que encaixa na cabeça.
    Pode ser confeccionada em materiais como feltro, lã, brim ou outros tecidos ‘durinhos’.
    Indicada para aqueles dias frios, já que aquece a cabeça, ou para aquelas ocasiões em que se quer dar um charme extra ao visual.
    Boné
    É o modelo teen dos chapéus. Tem uma grande aba frontal que protege o rosto do sol e a copa que encaixa perfeitamente na cabeça.
    Indicado para dias de muito sol ou para quem quer fazer um estilo mais jovial.
    Breton ou Chapéu Feminino
    É o típico chapéu feminino, com grandes abas e a copa arredondada.
    Indicado para festas especiais, casamentos ao ar livre e durante o dia ou para aqueles dias de sol escaldante, seja na praia, na cidade ou no campo.
    Cartola
    Mais clássico, impossível. É o modelo masculino por excelência, com copa redonda e alta, como um cilindro, e abas também redondas, em tamanho médio.
    Cloche
    Em francês, o termo significa ‘sino’. E é exatamente esse o formato do modelo tipicamente feminino e que é marca registrada da moda dos anos 20. (Apesar dele permanecer fantástico e atual ainda hoje). Sua característica marcante é a copa ajustada à cabeça com abas redondas e curtas que podem ser viradas para cima. Também é chamado cloche aqueles modelos que têm abas com aspecto ‘folgado’ e que ficam soltas sobre a testa.
    Indicado para dias frios, porque esquentam a cabeça, ou nos dias de sol, porque protegem um pouco o rosto. Com ele, dá para compôs looks retrôs e super femininos.
    Fedora
    Esse é outro modelo masculino que deve ganhar espaço nos cabideiros femininos. Tem abas médias e a copa se caracteriza pelo formato mais alongado e com uma depressão no topo. O modelo ficou marcado como chapéu dos mafiosos, graças aos figurinos do cinema americano.
    Indicado para mulheres mais corajosas, que não tenham medo de chamar atenção. É versátil, compõe de looks oitentistas aos andróginos, sempre com bom humor.
    Panamá
    Famoso como um símbolo da América do Sul e Caribe, esse modelo é na verdade orginário do Equador. Costuma ter abas largas, redondas, e copa redonda. É produzido a partir de duas diferentes fibras naturais encontradas no país: as toquillas, que são extraídas de uma palma que nasce na costa equatoriana, e a macora, um fibra de qualidade um pouco inferior.
    Seu nome se deve a um episódio político: numa visita ao Panamá, em 1906, o então presidente norte-americano Theodore Roosevelt usava um modelo desses.
    Indicado para dias quentes, de sol escaldante, porque protege o rosto e o pescoço sem deixar abafada a cabeça. O que só é possível graças à sua trama característica. Pode ser usado por homens e mulheres.

    Touca
    É um pedaço de tecido, geralmente lã, que tem o formato da cabeça e nenhuma aba.
    Indicado para os dias frios de inverno.

    Turbante
    São aqueles lenços enormes que quando enrolados com maestria se transformam num turbante, como aqueles usados por alguns indianos.
    Para as menos habilidosas, há também aquela espécie de toquinha que imita um turbante de verdade e que pode ser confeccionada nos mais variados tecidos (seda, algodão, crepe, lycra, gorgorão, etc).
    Indicado para quem quer fazer charme, compor um visual retrô ou simplesmente proteger a cabeça do frio com um estilo.
    Viseira
    Não tem copa, apenas uma aba frontal, longa o suficiente para proteger o rosto do sol.
    Indicado para os dias de sol, de preferência quando se está na praia ou à beira da piscina. Ou para quem pratica esportes ao ar livre.
    Western ou Cowboy
    É o chapéu cowboy, com copa alta, um pouco alongada, e abas grandes. É confeccionado em feltro, couro ou palha.
    Indicado para quem gosta do estilo cowboy, ou quem pretende aderir à tendência para este inverno. Se a sua intenção não é ir a um rodeio, nem a uma festa à fantasia, evite usar o chapéu com bota cowboy, camisa xadrez ou qualquer outro acessório que remeta ao mundo western.
    PARA OS MENINOS

    No verão, os chapéus são mais leves e despojados, como os de palha, que podem ser usados com jeans, camisetas, camisas, coletes e até bermudas. Para ocasiões mais sérias, escolha um chapéu de cor sóbria, que dê algum contraste no look. Para o inverno, qualquer chapéu, ainda mais os de tecido que parecem mais quentes, como o algodão. Para combinar, qualquer coisa vale.
    O grande dilema surge na hora do acerto do chapéu de acordo com o seu rosto. Para rostos pequenos, os chapéus menores são mais aconselháveis, para você não passar a idéia de “cabeçudo” por aí. Para quem tem rosto maior ou um pouco quadrado, o ideal é escolher chapéus que possam ser usados meio de lado. Todo um charme.
    Os chapéus são chamativos, modificam todo o look e dão aquela impressão máxima de estilo para quem usa. Claro, você tem que ter algum senso na hora de escolher a roupa também, para não sair por aí com uma bermuda de tactel e um chapéu.

    PARA AS MENINAS

    As tendências da moda serão chapéus coloridos, estampados, listrados feitos com palha, feltro ou tecido, com abas de tamanho variável.
    O chapéu tem tanto senso de humor quanto de formalidade. Pode vestir sublime ou, no descuido, parecer caricato. Em primeiro lugar, avalie o tamanho do rosto e do corpo. Isso é fundamental. Rostos graúdos e corpo pesado não combinam com chapeuzinhos pequenos, gorros e boinas apertados. Caras miúdas somem se o acessório é muito vistoso. Para um perfeito equilíbrio, bom senso e a prova em frente do espelho são a melhor receita para o chapéu ideal.
    Não tente combinar o chapéu com a roupa. Vai parecer figurino da Rainha da Inglaterra. Eles funcionam melhor como ponto de contraste nas cores ou texturas com o que se veste. Para uma ocasião elegante é importante provar a roupa com o chapéu para sentir o efeito total.
    Contraste também com o formato de rosto: formas arredondadas suavizam traços angulosos e os modelos geométricos favorecem o rosto redondo.
    Esqueça os chapéus glamourosos de Joan Collins em “Dinasty”. Os anos dourados acabaram. Quanto mais casual o chapéu, melhor o efeito. Nada que pareça ter levado uma hora na frente do espelho, mesmo que este tempo tenha sido gasto. Simplicidade é o recado.
    A melhor cor vai depender de cada pessoa. Para quem não quer o chapéu como destaque, a cor próxima do tom do cabelo, chama menos atenção e combina com todas as roupas. Os neutros também garantem menos notoriedade.
    Chapéus com abas ficam melhor em cabelos curtos, médios ou presos. Modelagens sem aba como as boinas e bonés podem ser usados com cabelos longos e soltos.
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  • Estampa Tropical
  • Como uma gueixa
  • Especial Festa de 15 anos – Convite
  • 15 de outubro de 2009

    Esse é o mês do ano que surgem as festas de Halloween. Não é uma prática comum no Brasil, mas muita gente aproveita o mês pra fazer esse tipo de festa, então, resolvi ajudar os que precisam e postar umas receitas de sangue artificial pra deixar a fantasia (bem) mais macabra.

    Sangue Atoxico (Comestivel)
    – Combine 1 parte de água com 2 de xarope de milho (Karo).
    – Adicione corante alimentício vermelho, e misture gentilmente. Continue a pingar até que a tonalidade lembre sangue de verdade. Adicione uma pequena quantidade de corante azul ou púrpura para dar um tom mais realista.
    – Adicione um espessante.
    * Adicione farinha ou glicose de milho na mistura, e mexa bem, novamente. Vão se formar algumas pelotas no topo da mistura, espere um minuto e elas vão boiar, permitindo que as retire.
    * Misture xarope de chocolate até que a consistência desejada seja atingida. Vai dar uma tonalidade marrom bem realista ao sangue também.(não aconselhavel, pois pode mudar muito a tonalidade)
    – Deixe a mistura descansar por 10 minutos em um ambiente quente. Isto vai dar um tempo para que engrosse.

    OU
    – Disponha uma quantidade de mel próxima da quantidade de sangue pretendida num recipiente.
    – Use creme de chocolate (daqueles de por sobre gelados) e leite condensado para aumentar a espessura caso fique demasiado liquido e leite (muito pouco) para diminuir a mesma.
    – Use o leite condensado para tornar a mistura mais clara e o creme de chocolate para a tornar mais escura e os dois para a tornar mais opaca.
    – Por fim, adicione corante vermelho para aumentar o contraste (para ficar mais vemelho, caso esteja a ficar demasiado castanho e parecido com chocolate).
    * Não escrevo quantidades porque depende dos fins e acho que será mais divertido de fazer “jogando” com os ingredientes, só tenha em conta que o corante, o creme de chocolate e o leite condensado devem ser usados em pequenas quantidades em relação ao mel. Se for bem feito o resultado pode ser muito realista, e ainda é doce)
    * O resultado deve ser sangue vermelho (obviamente), bastante escuro (no recipiente deverá parecer castanho escuro, como naqueles sacos do banco de sangue) mas de modo que, quando espalhado, fique um vermelho cor-de-sangue (mais uma vez, obviamente) num tom vivo, mas não demasiado. Deverá ser tão espesso como o leite condensado.
    OBS: É mais fácil verificar a espessura e a cor por simplesmente pegar numa colher de sopa (ou de chá ou de café, desde que seja metálica ou branca) e verificar a mistura com a colher virada para baixo. Deste modo pode verificar se está escuro quando em grande quantidade, se a espessura é a correcta, se não ficou demasiado translúcido, e se quando está espalhado também tem a tonalidade certa.
    Sangue de Filme (Não Comestivel)

    – Misture 3/4 de um gel para cabelo sem álcool solúvel em água da quantidade de sangue que deseja.
    – Adicione um lubrificante solúvel em água para motor ou radiadores. Ele deve ser semi-opaco e um pouco mais espêsso que a água. Misture pouco e vá adicionando ao gel até que ele fique aguado
    – Misture metade da quantidade de líquido em corante vermelho . De preferência, use um super forte para economizar, e não use as marcas mais baratas, elas ficam muito rosadas.
    – Adicione pequenas quantidades de xarope de chocolate para escurecer e espessar o sangue. Não deve ficar como água, mas ainda ser capaz de escorrer.
    – Adicione pequenas quantidades de higienizador de mãos (com álcool) se tiver problemas em alcançar uma consistência mais mole. Tome cuidado, pois ele enfraquece a mistura facilmente.
    – Verifique a mistura. Ela deve ser um pouco mais espessa que a água, um vermelho-marrom bem profundo, e opaco como o leite. Ele não é grudento como a versão anterior. Quando pingado a 1,5m, este sangue vai fazer os padrões de gota iguais ao sangue real. Na pele ele vai fluir e se espalhar como o genuíno. Mas tome cuidado, pois ele pode se espalhar se ficar espirrando em volta.
    Sangue de Gelatina (Comestivel)

    – Coloque 3 ou 4 frascos de glicerina no microondas.
    – Adicione um cubo de geléia de morango e misture bem.
    – Adicione 1/5 de pacote de gelatina.
    – Adicione corante vermelho.
    – Mexa até que fique homogêneo.
    – Esse é um sangue perfeito para cenas, teatros..
    OU
    – Agua.
    – Farinha (ferve)
    – Corante (mexendo tudo ao fogo).
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  • #Estilo: Rockabilly
  • Shorts nada básicos
  • Um Post Especial: Amizade
  • 15 de outubro de 2009

    Confesso, eu sinto falta de postar aqui.. Mesmo sabendo que a grande maioria só passa aqui pra ler, eu sinto MESMO falta. Esses dias eu não tenho tido muitas ideias sobre o que postar aqui (ME AJUDEM COM ISSO! MANDEM SUAS IDEIAS PRO MEU TWITTER!).. Mas hoje uma luz divina acendeu na minha cabeça e bom, vou postar sobre coletes.
    A História

    Inventado no século XVIII, era uma peça refinada, confeccionada em tecidos nobres e ricamente bordada. Mais para frente, no século XX, ele se uniu ao paletó e à calça para formar o que hoje chamamos de terno. Para quê inventaram o colete? Você pode rir à vontade, mas sua função principal era guardar o relógio de bolso. Com a chegada dos relógios de pulso, o colete perdeu o seu lugar na vestimenta masculina, mas voltou à tona nos anos 1970 para incorporar o visual hippie. Foi exatamente aí que as mulheres o roubaram dos homens.

    PARA AS MENINAS
    Modernos e charmosos, os acessórios, estão superfemininos e com modelos para os mais diferentes gostos. Para garantir um visual superfashion, a dica é arriscar! Coloque a imaginação pra funcionar e abuse das combinações inusitadas.
    – Os coletes fazem ótimas combinações com vestidos. Com os curtinhos, o visu fica superdescolado e com peças longas o look transborda romantismo!
    – Coletes e camisas caem superbem! Regatas e blusinhas também são ótimas escolhas.
    – Peças mais justas valorizam as curvas!
    – Coletes abertos e curtos disfarçam as gordurinhas!
    – Se liga: O calor pede peças mais leves e suaves para compor o visual.
    PARA OS MENINOS

    O colete se tornou um acessório indispensável para criar um look moderno, podendo ser usado com camisas, camisetas, shorts e qualquer tipo de calça.
    O colete virou sinônimo de modernidade devido à facilidade na hora de vesti-lo e misturar estilos. Você pode usá-lo abotoado, para um look mais clássico (deixe sempre o último botão desabotoado e nunca permita que a camisa apareça antes da calça) ou aberto, para um visual mais despojado, jovial. Abuse das camisetas – de preferência, as com gola em V ou regatas – para que seu look mais cool possível. A boa pedida de um colete é que ele é usável tanto no verão, quanto no inverno. Não tema em combiná-lo com bermudas, o colete fica extremamente sexy se bem aplicado.
    A frente da peça pode ser lisa ou estampada. Com a alta do xadrez, a estampa é sempre uma ótima pedida. Na parte de trás, a maioria vem em cetim. O legal do colete é que ele tem aquela faixa atrás que permite que você o ajuste de acordo com a sua necessidade e vontade. Ele pode ficar largão ou apertadinho, qualquer um dos jeitos combina perfeitamente.
    Nos pés, tênis, sandálias, Crocs ou qualquer coisa que você tiver no armário. Se você quiser ousar ainda mais, pode botar um chapéu na cabeça e sair na rua sem vergonha alguma. Hoje, além dos clássicos botões, é possível encontrar alguns coletes com zíper.
    Estas versões geralmente vêm mais acolchoadas, que estão super em alta também.Lembrando: é preciso ter um bom senso para usar os coletes. Eles, infelizmente, não combinam com qualquer pessoa. Coletes pedem um corpo magro. Se você for um pouco mais cheinho, a peça acaba não combinando e criando um visual ‘exagerado’, deixando a proposta moderna…
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