16 de dezembro de 2009
Olá meus anjinhos, como vão? É, eu estou indo (feliz e cansada, mas bem).. essas provas ainda me levam a loucura! E esse tempo estranho heim? Um dia chove e no outro faz um calor absurdo.. vai entender.. Mas ó, eis que o post de hoje, pode ajudar com essa mudança doida de temperatura.
As famosas regatas! Além de baratinha (eu já encontrei algumas por até menos de R$ 5), ela é uma peça bem facil de ser combinada e altamente customizavel. Uma regatinha branca, paetês e um silk-screen, já dá um outro visual pra ela. E dá até pra ganhar uma graninha!
As regatas (tanto para as meninas, quanto para os meninos) combinam com praticamente tudo, desde jeans até uma calça mais social. No inferno, dá pra usar com lenços e cachecol, e agora no verão, dá pra usar com os coletes e os boleros.
As sobreposições são uma bela aposta também!
Uma blusa de botões com regata por cima, uma regata com um cinto grosso marcando a cintura, regata e colete ou até mesmo duas regatas de cores diferentes (é claro) sobrepostas.
Para os meninos, vale a mesma regra. Ainda existem aquelas regatas mais soltinhas (como o da foto lá de cima), que fica bem em quem não gosta de mostrar os musculos por exemplo. As golas em V (que são liiiiiindas) e essas mais justinhas, mas tem de estar com o bracinho bom pra ficar mostrando assim viu? E vale a pena dar aquela aparada nos pelinhos (se não gosta de raspar), porque NA MINHA OPINIÃO, fica estranho com todo aquele cabelo saindo pela blusa, não acham?
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  • 12 de dezembro de 2009
    Ah gente, quase que tive um infarto hoje quando cheguei na faculdade. Tudo tão lindo *-* e pra completar váááááários modelos feitos com materiais reciclaveis. Então hoje, eu vou dar um tempo no post anterior (prometo continuar ele depois) pra postar sobre esse tipo de roupas.

    Esse jeito de fazer roupa se tornou mais “comum” com a crise mundial do ano passado. Eu lembro bem quando passou na TV, no SPFW, alguns estilistas já usavam essa maneira de fazer. Em algumas a gente nem percebe o que é, então vou dizer. Na primeira foto é um vestido feito todinho de papel, e nessa segunda são placas de raio x e fitas cassetes.

    Nessa blusa foram usadas placas de raio x também.
    Essa eu demorei pra perceber o que era, na verdade, eu só descobri quando li o que era. São garrafas pet, pintadas com spray dourado. Dá pra acreditar?
    Esse vestido eu também não consegui decifrar sozinha, a legenda do site que me salvou. Acreditem, esse vestido é feito de pote de sorvete, em formato de coração. Imaginem o trabalho que não deu.
    Esse eu ADOREI, achei muito muito muito legal mesmo! São sacos de ração! Olha o colorido lindo que ficou, esse eu usaria.
    Esse é outro impressionante, que eu também usaria. A parte de cima são partes de embalagem de amaciante e shampoo, e a parte da saia é saco de lixo.

    Canudos! Lá na faculdade hoje tinham vários de canudo.


    E ai? Usariam? Teriam essa criatividade gigaaaaaaaante pra criar um desses? Torçam por mim ok? Eu PRECISO passar nesse vestibular. Beijos!
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  • Catálogo C&A #2
  • 10 de dezembro de 2009
    Olá amigos, como estão? Hoje eu me empolguei legal pra postar aqui. Fui lá na faculdade fazer a minha inscrição pro vestibular (que já é sabado), e vi LINDOS vestidos feitos de papel, gente, que coisa linda *-* .. E não sei porque, me deu vontade de postar aqui a moda ao longo do tempo. Pra não ficar um post mega gigante, vou dividi-lo; hoje dos anos 20 até os anos 60 e amanhã dos anos 70 aos anos 90 ok?
    Anos 20
    Uma década de prosperidade e liberdade, animada pelo som das jazz-bands e pelo charme das melindrosas – mulheres modernas da época, que frequentavam os salões e traduziam em seu comportamento e modo de vestir o espírito da também chamada Era do Jazz.
    Livre dos espartilhos, usados até o final do século 19, a mulher começava a ter mais liberdade e já se permitia mostrar as pernas, o colo e usar maquiagem. A boca era carmim, pintada para parecer um arco de cupido ou um coração; os olhos eram bem marcados, as sobrancelhas tiradas e delineadas a lápis; a pele era branca, o que acentuava os tons escuros da maquiagem.
    A silhueta dos anos 20 era tubular, com os vestidos mais curtos, leves e elegantes, geralmente em seda, deixando braços e costas à mostra, o que facilitava os movimentos frenéticos exigidos pelo Charleston – dança vigorosa, com movimentos para os lados a partir dos joelhos. As meias eram em tons de bege, sugerindo pernas nuas. O chapéu, até então acessório obrigatório, ficou restrito ao uso diurno. O modelo mais popular era o “cloche”, enterrado até os olhos, que só podia ser usado com os cabelos curtíssimos, a “la garçonne”, como era chamado.
    A mulher sensual era aquela sem curvas, seios e quadris pequenos. A atenção estava toda voltada aos tornozelos.
    Em 1927, Jacques Doucet (1853-1929), figurinista francês, subiu as saias ao ponto de mostrar as ligas rendadas das mulheres – um verdadeiro escândalo aos mais conservadores.

    Anos 30
    Diferentemente dos anos 20, que havia destruído as formas femininas, os 30 redescobriram as formas do corpo da mulher através de uma elegância refinada, sem grandes ousadias.
    As saias ficaram longas e os cabelos começaram a crescer. Os vestidos eram justos e retos, além de possuírem uma pequena capa ou um bolero, também bastante usado na época. Em tempos de crise, materiais mais baratos passaram a ser usados em vestidos de noite, como o algodão e a casimira.
    O corte enviesado e os decotes profundos nas costas dos vestidos de noite marcaram os anos 30, que elegeram as costas femininas como o novo foco de atenção. Alguns pesquisadores acreditam que foi a evolução dos trajes de banho a grande inspiração para tais roupas decotadas.
    A moda dos anos 30 descobriu o esporte, a vida ao ar livre e os banhos de sol. Os mais abastados procuravam lugares à beira-mar para passar períodos de férias. Seguindo as exigências das atividades esportivas, os saiotes de praia diminuíram, as cavas aumentaram e os decotes chegaram até a cintura, assim como alguns modelos de vestidos de noite.
    A mulher dessa época devia ser magra, bronzeada e esportiva, o modelo de beleza da atriz Greta Garbo. Seu visual sofisticado, com sobrancelhas e pálpebras marcadas com lápis e pó de arroz bem claro, foi também muito imitado pelas mulheres.
    No final dos anos 30, com a aproximação da Segunda Guerra Mundial, que estourou na Europa em 1939, as roupas já apresentavam uma linha militar, assim como algumas peças já se preparavam para dias difíceis, como as saias, que já vinham com uma abertura lateral, para facilitar o uso de bicicletas.

    Anos 40
    O corte era reto e masculino, ainda em estilo militar. As jaquetas e abrigos tinham ombros acolchoados angulosos e cinturões. Os tecidos eram pesados e resistentes, como o “tweed”, muito usado na época.
    As saias eram mais curtas, com pregas finas ou franzidas. As calças compridas se tornaram práticas e os vestidos, que imitavam uma saia com casaco, eram populares.
    O náilon e a seda estavam em falta, fazendo com que as meias finas desaparecessem do mercado. Elas foram trocadas pelas meias soquetes ou pelas pernas nuas, muitas vezes com uma pintura falsa na parte de trás, imitando as costuras.
    Os cabelos das mulheres estavam mais longos que os dos anos 30. Com a dificuldade em encontrar cabeleireiros, os grampos eram usados para prendê-los e formar cachos. Os lenços também foram muitos usados nessa época.
    A maquiagem era improvisada com elementos caseiros. Alguns fabricantes apenas recarregavam as embalagens de batom, já que o metal estava sendo utilizado na indústria bélica.
    A simplicidade a que a mulher estava submetida talvez tenha despertado seu interesse pelos chapéus, que eram muito criativos.
    Durante a guerra, a alta-costura ficou restrita às mulheres dos comandantes alemães, dos embaixadores em exercício e àquelas que de alguma forma podiam frequentar os salões das grandes maisons.
    Anos 50
    Com o fim dos anos de guerra e do racionamento de tecidos, a mulher dos anos 50 se tornou mais feminina e glamourosa, de acordo com a moda lançada pelo “New Look”, de Christian Dior.
    Metros e metros de tecido eram gastos para confeccionar um vestido, bem amplo e na altura dos tornozelos. A cintura era bem marcada e os sapatos eram de saltos altos, além das luvas e outros acessórios luxuosos, como peles e jóias.
    Essa silhueta extremamente feminina e jovial atravessou toda a década de 50 e se manteve como base para a maioria das criações desse período.
    Com o fim da escassez dos cosméticos do pós-guerra, a beleza se tornaria um tema de grande importância. O clima era de sofisticação e era tempo de cuidar da aparência.
    A maquiagem estava na moda e valorizava o olhar, o que levou a uma infinidade de lançamentos de produtos para os olhos, um verdadeiro arsenal composto por sombras, rímel, lápis para os olhos e sobrancelhas, além do indispensável delineador. A maquiagem realçava a intensidade dos lábios e a palidez da pele, que devia ser perfeita.
    Era também o auge das tintas para cabelos, que passaram a fazer parte da vida de dois milhões de mulheres – antes eram 500 -, e das loções alisadoras e fixadoras.
    Os penteados podiam ser coques ou rabos-de-cavalo, como os de Brigitte Bardot. Os cabelos também ficaram um pouco mais curtos, com mechas caindo no rosto e as franjas davam um ar de menina.
    Ao som do rock and roll, a nova música que surgia nos 50, a juventude norte-americana buscava sua própria moda. Assim, apareceu a moda colegial, que teve origem no sportswear. As moças agora usavam, além das saias rodadas, calças cigarrete até os tornozelos, sapatos baixos, suéter e jeans.

    Anos 60
    A imagem do jovem de blusão de couro, topete e jeans, em motos ou lambretas, mostrava uma rebeldia ingênua sintonizada com ídolos do cinema como James Dean e Marlon Brando. As moças bem comportadas já começavam a abandonar as saias rodadas de Dior e atacavam de calças cigarette, num prenúncio de liberdade.
    Os anos 60, acima de tudo, viveram uma explosão de juventude em todos os aspectos.
    Aliás, a moda era não seguir a moda, o que representava claramente um sinal de liberdade, o grande desejo da juventude da época.
    Na moda, a grande vedete dos anos 60 foi, sem dúvida, a minissaia.
    Os tecidos apresentavam muita variedade, tanto nas estampas quanto nas fibras, com a popularização das sintéticas no mercado, além de todas as naturais, sempre muito usadas.
    As mudanças no vestuário também alcançaram a lingerie, com a generalização do uso da calcinha e da meia-calça, que dava conforto e segurança, tanto para usar a minissaia, quanto para dançar o twist e o rock.
    O unissex ganhou força com os jeans e as camisas sem gola. Pela primeira vez, a mulher ousava se vestir com roupas tradicionalmente masculinas, como o smoking.
    A maquiagem era essencial e feita especialmente para o público jovem. O foco estava nos olhos, sempre muito marcados. Os batons eram clarinhos ou mesmo brancos e os produtos preferidos deviam ser práticos e fáceis de usar.
    A moda masculina, por sua vez, foi muito influenciada, nos início da década, pelas roupas que os quatro garotos de Liverpool usavam, especialmente os paletós sem colarinho de Pierre Cardin e o cabelo de franjão.
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  • 8 de dezembro de 2009

    Os anos 80 estão de volta com tudo. Na moda, cores gritantes e tecidos específicos, como o vinil, invadem as vitrines e o mundo artístico. É interessante usar roupas de vinil mulheres que possuem uma autoestima muito grande, pois essas peças podem deixar a mulher perto da vulgaridade. O bom é que dá pra usar em todas as estações e é quase uma peça chave. Dá pra compor do look para o trabalho ao look para a balada.
    As leggings de vinil chegaram na estação passada nas cores mais sóbrias (preto, cinza, marinho) e ganham um destaque ainda mais especial nessa estação, com tonalidades diferentes (amarelo, pink, roxo, azul, verde-limão, inclusive cores vibrantes e metalizadas). Vistas nas passarelas das principais semanas de moda do mundo, as leggings fizeram par com maxi blusas e vestidos. Caíram no gosto feminino em geral, inclusive das mais queridinhas celebridades como Victoria Beckham, Ashley Olsen, Rihanna e Kate Moss.
    Quem pode?
    Infelizmente, não são todas as pessoas que ficam bem com ela. É necessário que as pernas sejam bem finas para usá-la, nada de pernas volumosas. Use e abuse esta peça, mas tome cuidado e evite exageros! Para não ser confundida com a Mulher-Gato ou com o Robocop, nunca vista junto com ela peças que tenham tanto brilho ou até mais brilho. O bacana é misturá-la com tecidos naturais, tipo o algodão.
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  • Unhas da Semana #2
  • Look do dia: Saia midi
  • Foto tutorial: Listradinho super fácil