11 de novembro de 2015

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Não adianta negar, todo mundo tem aquele dia da preguiça. Acorda atrasado, tpm bateu, nada parece vestir bem ou simplesmente não queremos ficar pensando muito tempo no que colocar. Eu sofria disso constantemente quando trabalhava fora e tinha a obrigação de todos os dias me vestir de forma apresentável. Tinham dias que a minha única vontade era ir trabalhar de pijama. Nesses dias de preguicite intensa, uma peça me salvava: vestido midi.

Apesar de não parecer, o midi pode sim ter muitas variedades, não só de cor, material e modelo, como de comprimento também, já que o midi começa logo abaixo do joelho e vai até mais ou menos o ossinho do pé. Qualquer comprimento no meio disso, é midi e você deve abusar dele no dia da preguiça (e nos outros dias também).

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Para quem não trabalha sentadinha todo o tempo ou para quem vai sair para bater perna, o midi é uma ótima escolha, já que com ele não precisamos nos preocupar se está  curto demais ou andar sempre prestando atenção se não vai pisar na barra dos vestidos longos. Ou seja, midi é só amor!
E ao contrário do que muita gente pensa, qualquer pessoa, de qualquer altura pode usá-lo, sim! É só tomar cuidado e saber que quanto mais longo, mais temos a impressão de que a perna é mais curta. Então, se você tiver pernas curtas, opte pelo midi logo abaixo do joelho. Ou se você for gigante como eu, pode ficar livre para escolher qualquer um deles. Claro que nada disso é regra e sempre devemos usar o que nos faz bem, mas para quem não gosta de ser baixinha ou não quer parecer mais baixa, a dica é essa.

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Outra dica válida é quanto ao sapato e a primeira é: saltos não são obrigatórios! Muita gente acha que pelo comprimento do vestido encurta o corpo, é necessário usar salto para amenizar essa sensação e isso é mentira! Um jeito bem mais fácil e confortável de dar a impressão de ser mais alta é usar sapatos que deixem o “peito” do pé a mostra ou sapatos da mesma cor do vestido. Para quem é fã das botinhas como eu, se a botinha tiver cano mais alto, o ideal é que o midi seja um pouco mais curto, para que não fique tudo ali muito junto um do outro e fique estranho.

Deixa o preconceito de lado e aposta no vestido midi, depois vem aqui e me conta o quanto usá-lo foi libertador!

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    2 de setembro de 2015

    midi

    Apesar de amar saia mídi, principalmente aquelas com modelagem mais ampla e rodada, bem característica dos anos 50 e 60, eu demorei muito até eu conseguir montar looks em que eu me sentisse bem e confortável. Esse tipo de comprimento é aquele que divide opiniões: ou você ama ou você odeia e acho que parte disso é a dificuldade que muitas pessoas tem de combiná-lo com outras peças. Por isso, hoje eu separei 3 dicas infalíveis para montar looks usando comprimentos mídis, seja com saia ou com vestido.

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    A primeira dica é a escolha do sapato, e sim, ele pode fazer toda a diferença nesse caso. Como o comprimento midi pode causar a ilusão de que somos mais baixas, a dica é escolher um sapato de salto. Eu sei que existem pessoas, assim como eu, que não gostam de salto ou não sabem andar (oi!), por isso existem outras opções também. Já que a ideia do salto é alongar a silhueta, sapatos da mesma cor da pele ou da saia também podem ajudar a causar essa impressão de alongamento. E ainda existe a opção de usar um sapato que deixe a parte de cima do pé a mostra, quanto mais pé aparecendo, mais alongada a silhueta parece ser.

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    A segunda coisa mais importante para quem quer começar a usar o comprimento midi é a proporção. Tanto a proporção da saia com o corpo, quanto da saia com as outras peças do look. O comprimento da modelagem midi pode variar bastante, desde aquela que vai logo abaixo do joelho até aquela semi-longa, que bate nos ossinhos do calcanhar, esse comprimento é importante com relação a altura de quem usar. Mas como eu não gosto de regras, a única dica para acertar nessa proporção é colocar e se sentir bem. Acho que a proporção mais importante é com relação ao volume que as peças podem acrescentar ao look. Saias com um volume muito grande na parte de cima, ficam melhor se combinadas com peças mais sequinhas. Pode ser aquela blusa justinha estilo segunda pele ou até mesmo um cropped que deixa a parte da barriga de fora. Já as saias mais justas, ficam melhor se usadas com blusas mais volumosas, que podem ser t-shirts por dentro da saia ou até mesmo camisas.

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    E a última, mas não menos importante, é quanto a marcação da cintura. Ela pode ser usada tanto nas saias, quanto nos vestidos, com cintos ou até mesmo recortes na própria modelagem da peça. Essa marcação é muito importante para manter a proporção do corpo no lugar certinho e não ficar uma bagunça total que ninguém sabe onde termina o tronco e onde começa a parte de baixo do corpo.

    Bom! Acho que essas são as 3 principais dicas que mudaram meu jeito de usar o comprimento midi, facilitaram demais na hora de montar looks e claro, deixar tudo mais harmônico e bonito.

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    8 de agosto de 2011

    Depois de dividir espaço com os comprimentos maxi e mini, o intermediário parece estar mesmo sendo uma grande aposta para o verão. O mídi é, na minha opinião, o comprimento mais complexo de ser usado. Por um questão de proporção e de envelhecimento que ele é capaz de dar, é fundamental ter muito cuidado na hora de usá-lo. Apesar desses contras, os prós são muitos; o mídi é um comprimento que transmite seriedade, é muito chique e super feminino.


    Ele tem o super poder de achatar a silhueta, por isso, as mulheres mais baixas devem evitá-lo. O salto alto é imprescindível para as altinhas e para as baixinhas, pois assim dá para passar a sensação de alongar o corpo. Outro ponto negativo que pode ser transformado em positivo é que esse comprimento pode ter cara de vovó, pode envelhecer quem usa. Por isso, o ideal é contrastá-lo com peças mais jovens e atuais, cintos grossos ou finos já ajudam e os acessórios modernos também tiram essa cara de velhinho do look.

    Os modelos de cintura alta são os melhores e estes podem ser usados com cardigans ou blazers mais acinturados e curtinhos. Nos pés, estão liberados quase todos (vamos excluir as sapatilhas e rasteirinhas), scarpins, boots. E nesse campo todas, oxford, ankle boots, open boots, coturnos e afins.
    Deu para clarear as ideias?!
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    22 de novembro de 2010

    Olá!
    Hoje foi a apresentação do meu trabalho de indumentária sobre Rockabilly, me empolguei total, haha. Vou virar rockabilly assim que minha situação financeira resolver me ajudar. Colocarei as fotos por aqui pra vocês verem tudinho.
    Entrando no embalo de rockabilly, anos 50, saias e vestidos, vamos conhecer mais uma tendência do verão.

    Depois do auge e grande permanência (sobreviveu até ao inverno!) das perninhas de fora, é hora de cobri-las. É isso aí, os anos 50 voltaram com tudo e além do lady like, cores e acessórios ele também vem mudando o comprimento das saias e vestidos, o mídi (aquela que a barra vai até a panturrilha ou tornozelo) rouba a cena e tira dos holofotes o comprimento mini.

    O mídi foi destaque na temporada de desfiles internacionais de verão 2011 e apareceu em diversas versões: do modelo rodado e solto ao reto e justo. Essa nova silhueta vem acompanhada por cintura marcada (dã! anos 50), estilos ladylike, modelos evasês. Nos pés, vale apostar nas sapatilhas.
    Confesso que não gosto muito, mas dependendo do modelo usaria fácil. A vantagem do mídi está no conforto e na elegância.
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