23 de abril de 2014

Olá povo!
Muito se fala lá na página sobre o uso de silicones, óleos, parabenos, parafinas e etc. Uma galera passou a prestar mais atenção na composição dos produtos, outros alegam que isso aí é besteira e mais alguns não usam só porque alguém disse pra não usar. Sabe aquela história do “ouviu o galo cantar, mas não sabe onde”? Pois é.
Estou a semanas pesquisando, estudando, escrevendo esse post para tentar explicar, pelo menos um pouquinho, sobre cada um desses “vilões” capilares.
Para ficar mais fácil, vou falar sobre cada um deles separadamente e depois vamos as perguntas e respostas, ok? Ok.
Petrolatos

Pelo nome já dá para fazer uma ideia, eles são derivados do petróleo! A função deles é deixar o cabelo macio, evitar que embarace e proteção. Parece tudo de bom, né? Só que não. Os petrolatos são insolúveis em água, por isso, nunca serão removidos 100% do cabelo. 
Para piorar só mais pouco, ele tem efeito acumulativo! Quanto mais/mais tempo você usa, ele vai deixando o cabelo ressecado e o impede de absorver outros produtos, fazendo com que fique muito mais dificil recuperar o cabelo. 
Na composição, pode ser encontrado pelos seguintes nomes: parafina líquida (paraffinum liquidum), óleo mineral (mineral oil), petrolato (petrolatum).

Parabenos

É um conservante muito potente,a função dele é eliminar bactérias e fungos que poderiam contaminar os produtos. Os parabenos são muito baratos e por isso, muito utilizados pela indústria. Na composição lá dos nossos creminhos, eles podem aparecer com os seguintes nomes: metilparabeno, propilparabeno, etilparabeno, butilparabeno, isobutylparen.

Lauril Sulfato de Sódio

Lauril Sulfato de Sódio (Sodium Lauryl Sulfate) ou também conhecido como LSS ou SLS / Lauriéter Sulfato de Sódio (Sodium Laureth Sulfate), ou também conhecido como SLES. 
É uma combinação de ácido sulfúrico, éster monododecil e sal de sódio. Essa misturinha é um detergente muito forte, por isso, pode causar danos ao longo do tempo de uso. Basicamente, a função dele é criar espuma.
O “Journal of the American College of Toxicology” tem um publicação que diz que a concentração acima de 2% de LSS em determinado produto já é suficiente para causar irritação. 
Lembrando que para saber a quantidade de cada componente que um produto possui, é só olhar lá na composição dele, ela é organizada em ordem de “quantidade”, do maior para o menor.

Silicone

Acho que de todos que falamos aí em cima o silicone é o “menos ruim”. O silicone em sua estrutura mais básica é formada por silício e oxigênio. Ligados a outros componentes esses polímeros formam cadeias químicas inertes, inodoras, insípidas e incolores que podem resistir a altas temperaturas e a ação de agentes oxidantes.
São muito usados nos produtos de cabelo por fornecerem brilho, diminuição do frizz e facilidade para desembaraçar o cabelo. A função mais conhecida do silicone é a proteção térmica, justamente por formar uma “capa” em volta do fio, protegendo-o do calor. 
Na embalagem, podem ser encontrados pelo seguintes nomes: dimeticone, amodimeticones e ciclometicones.
Silicone x Óleo Mineral
Os 2 são ruins, a principal diferença entre eles é que o silicone forma uma película fina e o toque mais suave. Enquanto o óleo mineral deixa o toque mais grudento.
Foto 1: composição do Silicon Mix | Foto 2: composição do Novex

Perguntas e respostas

P: Se fazem tão mal, porque estão em quase todos os produtos?
R: Esses são componentes muito baratos para os fabricantes de cosméticos em geral, por isso ainda são amplamente usados pela indústria. Já é “comum” as empresas preferirem lucrar mais do que produzir um produto com qualidade.

P: E se usar anti resíduos, ele tira tudo?
R: Todo mundo já sabe que anti resíduos não é para sair usando feito louco, né? Ele é um shampoo que abre muito as escamas do cabelo, deixando-o ainda mais frágil. É muito melhor/mais barato/mais seguro fugir dos componentes aí de cima do que usar o anti resíduos só por causa deles.

P: Usar de vez em quando, faz mal?
R: O efeito é acumulativo! Lógico que usar todo dia faz “mais mal” do que usar uma vez na semana. Mas a melhor escolha é não usar nunca já que existem outra opções mais “saudáveis”.

P: São ruins apenas para cabelos com química?
R: Não! Esses componentes fazem o mesmo tipo de dano em qualquer tipo de cabelo.

P: Eu uso e meu cabelo fica normal. Isso quer dizer que não faz mal?
R: Como dito lá em cima, esses componentes deixam sim o cabelo bonito, mas só por fora! Por isso muita gente continua usando, mas se pegar aqueles scanner de cabelo, vai dar para ver que por dentro o fio continua a mesma coisa. 





Fontes de estudo:
http://www.natural-health-information-centre.com/sodium-laureth-sulfate.html
http://www.health-report.co.uk/sodium_lauryl_sulphate.html
http://www.istoe.com.br/reportagens/91829_EM+BUSCA+DE+COSMETICOS+MAIS+SEGUROS
http://www.healthy-communications.com/slsmostdangerousirritant.html
http://tribes.tribe.net/naturopathicmedicine/thread/f7e6bc60-a79b-49fa-ba49-6bfdd03d0bc0
http://clubedanecessaire.blogspot.com.br/2013/07/cosmeticos-os-componentes-que-podem-ser.html
http://www.clubedocabeloecia.com.br/2012/10/parabenos-afinal-o-que-sao-e-o-que-fazem.html
http://quimicadoscabelos.blogspot.com.br/2012/08/silicones.html
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    12 de outubro de 2009

    Os tipos de cirurgia
    A incisão para colocar a prótese de silicone pode ser feita em volta da aréola, no sulco sob o seio ou na axila. Cada médico prefere uma técnica. Já a posição do implante depende da constituição física da paciente. Se for magrinha e com pouquíssimo peito, a prótese deve ser colocada sob o músculo peitoral para um efeito mais natural, quando é chamada prótese retromuscular. A retroglandular, prótese implantada logo abaixo da glândula, é mais indicada para quem tem seios médios ou flácidos.
    Três formatos de prótese
    Redonda com perfil alto, redonda com perfil baixo e em gota. Esses são os três formatos de prótese de silicone que a candidata a turbinar os seios pode escolher. “Normalmente, médico e paciente decidem juntos, avaliando o desenho natural da mama e o resultado desejado”, diz a cirurgiã plástica Edith Kawano Horibe, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A prótese redonda com perfil alto deixa o seio com mais volume e projetado para frente; a com perfil baixo é mais natural; e a terceira deixa o seio em formato de gota. Elas são envolvidas com silicone sólido que pode ser liso, texturizado ou revestido de poliuretano. Já seu interior, pode ser de silicone, gel ou soro fisiológico. Os tamanhos mais procurados são 195, 215 e 235 mililitros.
    Como fica a cicatriz
    Quanto mais elástica a pele, melhor a cicatrização. O corte no sulco mamário deixa uma cicatriz de cerca de 4 centímetros, que fica escondida pelo volume do seio. A incisão na metade inferior da aréola é quase imperceptível. Já na colocação da prótese via axila é feito um corte de 4 centímetros que fica disfarçado pelas dobras do tecido.
    Seios exigem cuidados diários
    A pele dos seios é muito fina e sensível, por isso sofre tanto quando há aumento de peso, com o efeito da gravidade e a gravidez. “Hidratá-los diariamente, desde a adolescência, ajuda a deixá-los mais resistentes, reduzindo os riscos de estrias e flacidez”, explica a dermatologista Carla Goes Sallete, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Mesoterapia. Cremes à base de semente de uva, colágeno e elastina são os mais indicados. “É importante aplicá-los com movimentos circulares”, orienta a médica.
    Tempo na sala de cirurgia
    A paciente é operada normalmente pela manhã e à tarde já é autorizada a voltar para casa. Alguns médicos colocam uma sonda para ajudar a desinchar a região e, nesse caso, aconselham que ela durma no hospital pelo menos uma noite. O tempo da cirurgia varia entre 1 hora e meia e 3 horas e o tipo de anestesia – peridural ou local com sedação – fica a critério do médico. Os preços do implante ficam entre R$ 5 mil e R$ 8 mil (dependendo dos honorários do médico, da equipe e do hospital).
    Há contra-indicação?
    O implante de silicone nos seios não é indicado para menores de 15 anos, pois até essa idade, geralmente, os seios não estão totalmente desenvolvidos. Mulheres com flacidez nas mamas, antes de colocar a prótese, têm de passar por uma plástica para retirar o excesso de pele – o que é feito na mesma cirurgia.
    Dois meses sem fazer exercício
    Terminada a cirurgia, o médico veste um sutiã reforçado na paciente. Ele pode ainda envolver o peito com uma faixa elástica, que ajuda a fixar o implante. Por um mês, todo esses ‘curativos’ só podem ser retirados na hora do banho, isso a partir do terceiro dia. A recuperação é dolorida e a volta ao trabalho é liberada em cinco dias. Para fazer sexo é preciso esperar cerca de duas semanas; um mês para dirigir; e dois meses para fazer exercícios peitorais, carregar peso e tomar sol.
    Risco de rejeição
    O organismo pode rejeitar a prótese, envolvendo-a em uma cápsula fibrosa, que vai endurecendo, deformando os seios e causando dor. Próteses com invólucros texturizados ou revestidos de poliuretano diminuem desse risco ocorrer. Caso a cápsula fibrosa se forme, o médico rompe a malha e troca o implante em uma nova cirurgia.

    Amamentar com silicone. É possível?
    É raro, mas há mulheres com silicone que não conseguem amamentar. O auto-exame também fica mais difícil, principalmente quando a prótese é retroglandular. “Ela fica atrás da glândula mamária e altera a sensibilidade dessa região, dificultando a identificação de nódulos por meio do toque”, explica o médico oncologista Ricardo Caponero, de São Paulo. “Por isso, é mais seguro recorrer à ultra-sonografia mamária, que identifique nódulos e ainda informa se a prótese apresenta fissuras.” Já a prótese retromuscular não compromete o exame. Outra desvantagem é a necessidade eterna da prótese. Depois de implantada, a prótese distende a pele e não há mais como voltar atrás. Caso a mulher queira remover o silicone, a mama fica flácida, murcha. Só dá para substituir o modelo anterior. E toda mulher com silicone deve trocar a prótese a cada dez anos.
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