25 de novembro de 2009

Essa cólica dos infernos me deixa sem vontade pra tudo, mas vai, vocês não iam mesmo ficar sem post por causa das minhas dores.. Enfim, hoje o assuntos são os cintos. Qualquer pessoa com o minimo de atenção já percebeu que eles voltaram, e voltaram com tudo. De várias cores, materiais, tamanhos, formatos e modelos. Mas infelizmente não é tudo que podemos usar não é? Então ai vão as dicas.
Antigamente..
Sua utilização variou muito, dependendo da moda na época, e era uma raridade na moda feminina, com exceção do início da Idade Média, final do século XVII, e entre 1900 e 1910.
Nos tempos modernos, os homens passaram a usar cintos nos anos 20. Antes, o seu uso tinha mais o propósito decorativo, e também estava associado aos militares. Atualmente, a maioria dos homens usa cinto por razões utilitárias e, a mulheres, com propósito de ornamentação.
Hoje em dia..
O cinto é um utilitário unissex cuja função era apenas ‘’segurar as calças’, transformando-se num acessório importante para o vestuário, ajudando a renovar e modernizar o visual. Elas podem ser usadas de duas formas: ou abaixo do seio, marcando bem cintura, ou saint-tropez (cintura baixa), que são quatro dedos abaixo do umbigo.
Sejam largos ou finos, os cintos dão um upgrade naquela peça básica, sem graça. Os largos marcam mais a cintura e geralmente são usados com blusas soltas, túnicas ou chemises. Perfeito para quem tem seios fartos e quer evidenciá-los. Os finos são mais discretos e deixam a roupa mais elegante.
Para versões mais glamour, podem ser finos ou largos, lisos ou bordados, mas sempre feitos dos mesmos tecidos das roupas ou de materiais metálicos. No dia-a-dia, para dar mais charme às suas produções, use com vestidos mais justos ou folgadinhos para definir a cintura, com calça ou bermuda. Pode ser usado até sobre camisas, batas, casaquinhos, malhas ou cardigãs.
A fivela de alguns cintos largos possuem metais maiores, com formatos mais arredondados. Pedrarias, cristais, banhos niquelados, dourados e acobreados também são muito bonitos.
Abuse do cinto em várias cores e tenha bom senso sempre na hora de montar um look.
Cintos Largos
O cinto deve ser o item de maior destaque no look. Não os coloque nos passantes e mantenha-os sobre as peças: batas, camisas, vestidos, casaquetos, sempre marcando a cintura. Nos pés, escolha os calçados mais delicados, a fim de suavizar o peso da cintura.

Cintos Finos

Coloque-os exatamente na linha da cintra, sobre tops alongados, camisas sequinhas e twinsets. Outro jeito de usar, é deixa-lo por cima das saias ou calças de cintura alta. Ou, ainda, marcando a cintura no casaco de um terninho, alem de delicado, tratá uma coisinha a mais ao conjunto liso, ou risca de giz. Já nos pés, invista em algo delicado que acompanhe a leveza do cinto.

Fivelas Decoradas
Use-o tanto por dentro como por fora dos passantes da calça ou saia, ou deslocado da cintura sobre vestidos. Quanto aos sapatos, eviste fivelas ou detalhes grandes, prefira os lisos.

Cintos Divertidos
O ideal é equilibra-lo com peças de cores discretas ou com um look monocromático, deixando-o em destaque. Quanto aos sapatos, prefira os neutros ou de tom que remeta ao cinto, caso tenham mais de uma tonalidade. Evite usar sapato e cinto da mesma cor.

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    2 de novembro de 2009

    O que é decote?

    Decote, que vêm do francês “décolletage” ou “décolleté”, é o nome dado ao corpete de blusa ou vestido recortado distante do pescoço; Abertura, na parte superior do vestuário, para deixar o colo descoberto.
    Como usar decotes de acordo com o tipo de rosto:
    – Longos: Para os rostos longos, recomendam-se decotes horizontais amplos e quadrados.
    – Oval: Um rosto oval pode usar qualquer tipo de decote.
    – Quadrados: Rostos quadrados aceitam decotes verticais (os modelos de um ombro só são uma boa opção), assim como em V ou em U.
    – Redondo: Se possuir um rosto redondo, opte por decotes em V e evite os arredondados.
    – Triângulo invertido: Ao formato de triângulo invertido, os ideiais são os decotes arredondados, quadrados e canoa.
    ATENÇÃO!
    Tenha ainda em conta o local para onde irá antes de se decidir a usar um decote – na maior parte dos empregos, um decote pronunciado não será o mais conveniente. Mas, numa saída à noite, por exemplo, nada vai a que exagere no mesmo

    Seios Grandes

    As mulheres que têm muito peito deverão evitar decotes redondos ou em barco, sob pena do peito parecer ainda maior do que já é! Isto é válido sobretudo para camisolas e tops de cores claras – se forem de cores escuras poderão ser usados, embora, como já foi dito, e na maior parte dos casos, façam o peito parecer ainda maior.
    Assim, se este for o seu caso, dê preferência a decotes quadrados ou em V (moderados), em camisolas e tops de cores escuras. Para peito grande é ainda absolutamente indispensável usar bons soutiens, que sejam capazes de suster o peito eficazmente, mantendo-o no lugar certo!
    Os decotes em V são também os indicados para as mais cheiinhas – isto porque alongam o pescoço e o tronco.

    Seios Pequenos

    As mulheres que têm peito pequeno, para além de se munirem de bons soutiens, devem ainda procurar decotes redondos ou em barco, de preferência em camisolas e tops de cores claras. Devem ainda evitar decotes em V – e se os quiserem usar assegurem-se de que usam por baixo um soutien com efeito push-up!
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    12 de outubro de 2009

    Os tipos de cirurgia
    A incisão para colocar a prótese de silicone pode ser feita em volta da aréola, no sulco sob o seio ou na axila. Cada médico prefere uma técnica. Já a posição do implante depende da constituição física da paciente. Se for magrinha e com pouquíssimo peito, a prótese deve ser colocada sob o músculo peitoral para um efeito mais natural, quando é chamada prótese retromuscular. A retroglandular, prótese implantada logo abaixo da glândula, é mais indicada para quem tem seios médios ou flácidos.
    Três formatos de prótese
    Redonda com perfil alto, redonda com perfil baixo e em gota. Esses são os três formatos de prótese de silicone que a candidata a turbinar os seios pode escolher. “Normalmente, médico e paciente decidem juntos, avaliando o desenho natural da mama e o resultado desejado”, diz a cirurgiã plástica Edith Kawano Horibe, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A prótese redonda com perfil alto deixa o seio com mais volume e projetado para frente; a com perfil baixo é mais natural; e a terceira deixa o seio em formato de gota. Elas são envolvidas com silicone sólido que pode ser liso, texturizado ou revestido de poliuretano. Já seu interior, pode ser de silicone, gel ou soro fisiológico. Os tamanhos mais procurados são 195, 215 e 235 mililitros.
    Como fica a cicatriz
    Quanto mais elástica a pele, melhor a cicatrização. O corte no sulco mamário deixa uma cicatriz de cerca de 4 centímetros, que fica escondida pelo volume do seio. A incisão na metade inferior da aréola é quase imperceptível. Já na colocação da prótese via axila é feito um corte de 4 centímetros que fica disfarçado pelas dobras do tecido.
    Seios exigem cuidados diários
    A pele dos seios é muito fina e sensível, por isso sofre tanto quando há aumento de peso, com o efeito da gravidade e a gravidez. “Hidratá-los diariamente, desde a adolescência, ajuda a deixá-los mais resistentes, reduzindo os riscos de estrias e flacidez”, explica a dermatologista Carla Goes Sallete, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Mesoterapia. Cremes à base de semente de uva, colágeno e elastina são os mais indicados. “É importante aplicá-los com movimentos circulares”, orienta a médica.
    Tempo na sala de cirurgia
    A paciente é operada normalmente pela manhã e à tarde já é autorizada a voltar para casa. Alguns médicos colocam uma sonda para ajudar a desinchar a região e, nesse caso, aconselham que ela durma no hospital pelo menos uma noite. O tempo da cirurgia varia entre 1 hora e meia e 3 horas e o tipo de anestesia – peridural ou local com sedação – fica a critério do médico. Os preços do implante ficam entre R$ 5 mil e R$ 8 mil (dependendo dos honorários do médico, da equipe e do hospital).
    Há contra-indicação?
    O implante de silicone nos seios não é indicado para menores de 15 anos, pois até essa idade, geralmente, os seios não estão totalmente desenvolvidos. Mulheres com flacidez nas mamas, antes de colocar a prótese, têm de passar por uma plástica para retirar o excesso de pele – o que é feito na mesma cirurgia.
    Dois meses sem fazer exercício
    Terminada a cirurgia, o médico veste um sutiã reforçado na paciente. Ele pode ainda envolver o peito com uma faixa elástica, que ajuda a fixar o implante. Por um mês, todo esses ‘curativos’ só podem ser retirados na hora do banho, isso a partir do terceiro dia. A recuperação é dolorida e a volta ao trabalho é liberada em cinco dias. Para fazer sexo é preciso esperar cerca de duas semanas; um mês para dirigir; e dois meses para fazer exercícios peitorais, carregar peso e tomar sol.
    Risco de rejeição
    O organismo pode rejeitar a prótese, envolvendo-a em uma cápsula fibrosa, que vai endurecendo, deformando os seios e causando dor. Próteses com invólucros texturizados ou revestidos de poliuretano diminuem desse risco ocorrer. Caso a cápsula fibrosa se forme, o médico rompe a malha e troca o implante em uma nova cirurgia.

    Amamentar com silicone. É possível?
    É raro, mas há mulheres com silicone que não conseguem amamentar. O auto-exame também fica mais difícil, principalmente quando a prótese é retroglandular. “Ela fica atrás da glândula mamária e altera a sensibilidade dessa região, dificultando a identificação de nódulos por meio do toque”, explica o médico oncologista Ricardo Caponero, de São Paulo. “Por isso, é mais seguro recorrer à ultra-sonografia mamária, que identifique nódulos e ainda informa se a prótese apresenta fissuras.” Já a prótese retromuscular não compromete o exame. Outra desvantagem é a necessidade eterna da prótese. Depois de implantada, a prótese distende a pele e não há mais como voltar atrás. Caso a mulher queira remover o silicone, a mama fica flácida, murcha. Só dá para substituir o modelo anterior. E toda mulher com silicone deve trocar a prótese a cada dez anos.
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