31 de março de 2011
Nas passarelas internacionais os designers já ditam futuras tendências para o inverno 2012. Dentre elas a bota branca ressurgiu (das trevas!) dos anos 80.
Ela que depois de ter desaparecido, de vez em quando aparecia nos pés das mais ousadas e quase significava mal gosto, breguice. Botas brancas me lembram a Xuxa.
Acho que essa é uma das tendências que dará o que falar, e sinceramente não sei dizer se ela pega ou não. Ao contrário do que muitos pensam, eu não acho a moda nada previsível. Lembram das clogs? Quando elas reapareceram todos falaram mal e agora ela anda nos pés de muita gente por aí.

Há quem defenda o uso dessa bota, e por outro lado quem condene, Costanza Pascolato disse em entrevista ao site
EGO que o maior deslize que uma mulher podia ter era usar bota branca, nas suas palavras “Bota branca jamais!”.
Nem preciso dizer que a tão polêmica bota branca não é para qualquer uma, tem que ter muito estilo pra andar com usa dessas por aí. Mas vai, ainda tem umas discretinhas que podemos pensar em usar, talvez uma com bastante cadarço, ou bem curtinha. Pensarei no caso.

A bota branca ainda vai render assunto por algum tempo, mas e aí?! A bota branca entra ou não entra nos it sapatos de 2012?
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30 de março de 2011
Fiquei refletindo sobre isso nos últimos dias, e como tomei gosto
(acho que vocês também gostaram, pelo menos teve uma boa repercussão) por fazer
crítica (depois da primeira, tudo flui melhor) resolvi falar sobre isso aqui hoje.
Fazer moda é uma questão de criatividade acima de tudo.
Apesar se ser comum até demais o caso das cópias, e por mim, tudo bem. Desde que não fique exatamente igual e ainda por cima se dizer dono daquela criação.
Hoje em dia, quem cópia é julgado quando tal criação é chamada de “plágio”, por ser uma palavra forte e muito pesada quando empregada da forma certa. Talvez por isso, ela tem sido quase sempre substituida pela palavra “inspirado”, pois quando você se inspira, é bonito e quando você copia ou plagia não é. Na minha opinião a palavra inspiração é usada para amenizar a situação e pessoa não sair assim tão queimada. Vale dizer que inspiração e plágio são coisas diferentes, mas estão sendo usadas de formas semelhantes. Quando você se inspira em alguma coisa ou em alguém, você pega a essência disso e cria, já quando você plagia, você está simplesmente copiando e não levando em conta a tal da essência.

Deixando um pouco de lado a visão crítica do assunto, vou assumir a posição de consumidora. Produtos de estilistas famosos e renomados mundo a fora custam os olhos da cara, não podemos negar, talvez por isso grandes magazines ou até mesmo lojas com preços mais assessíveis estejam copiando
(opa! se inspirando) em grandes criações.
A Zara é uma grande copiadora, mas vai, quem nunca comprou na Zara?! Quem nunca gostou de uma peça, se deixou levar pelo bom preço e só depois descobriu que ela não era tão original assim? Quem deixa de comprar quando sabe que é uma cópia?
Talvez eu seja um das poucas (ou das muitas), que quando vê uma cópia tão copiada assim descarta e procura algo mais original. E olha que eu não entrei na questão pirataria (vou deixar esse assunto para a próxima crítica)!
Por outro lado, não podemos levar tão a finco e muito menos generalizar. Assim é moda, sempre vão existir os criadores, os copiadores e os criadores que copiam devez em quando.
Uma crítica bem feita não ofende, não é? Então fica aí mais uma (de muitas?) que ainda estão por vir, assuntos polêmicos e que incomodam, porém que poucos tem coragem de falar expondo a verdade.
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28 de março de 2011
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27 de março de 2011
Não é de hoje que ouvimos o termo “inspirada em” para amenizar o termo “cópia de”.
A original (da esquerda), um clássico de Proenza Schouler e a da direita, a suposta cópia da Target (ou inspiração).
A julgar pelo preço, a original PS1 Proenza Schouler custa em média R$ 2600 e a cópia custa em torno de R$ 58 nas lojas da Target.
O que acham? Inspiração ou Cópia?
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