25 de fevereiro de 2015
Guardem as pedras. Eu voltei com os posts de moda! Não sei exatamente porque fiquei alguns dias sem falar sobre o assunto, acredito que tenha sido por conta de excesso de outros assuntos para falar, mas voltei e juro que os posts sobre moda, assim como as resenhas e looks do dia serão semanais, ok?
Já faz algum tempo que viemos falando sobre tendências que voltaram dos anos 70 e 90, essa de hoje é mais um revival do passado, que na minha humilde opinião, jamais deveria ter “saído de moda”.
Usei muuuuuuuuuuuito decote ciganinha quando criança, que hoje em dia é mais conhecido como “decote ombro a ombro” é aquele decote que deixa os ombros de fora e a manga prende só no braço. Essa é uma modelagem de blusa / vestido que apesar de sexy é mega romântico, tipo sexy sem ser vulgar, sabe?
E já falei, né? O lado bom de quando algo vira realmente tendência e todo mundo passa a usar é que todas as marcas desenvolvem peças do mesmo estilo, mas, com toda opção de cor, estampa, modelagem, tecido que possa existir na face da terra, por isso é praticamente impossível não encontrar nenhum que nos agrade, tanto no gosto, quando no bolso.
Acho que só existem dois cuidados básicos para quem escolher a ciganinha como novo xodó: o primeiro deles é com o formato do braço e da manga. Geralmente essa modelagem de blusa tem a manga mais soltinha, bufante ou até mesmo justa, e deixa a parte “gordinha” do braço bem escondida. Mas se for uma manga que mostre o braço, independente de ser gordinho ou fininho, tem que ter cuidado com aquela bendita “pelanquinha”, que todo mundo tem, sabe? As vezes, o efeito visual não fica tão legal e faz aquela “bundinha” perto da axila. Por isso, opte pelo modelo tradicional da ciganinha, que deixa essa partezinha ingrata do corpo escondida.
Outro cuidado é com os acessórios nessa área do colo/pescoço. O destaque da peça é justamente deixar a área livre, mas, se for questão de vida ou morte usar um colar, opte pelas chokers ou correntinhas finas e delicadas. O acessório ideal para esse tipo de peça, são os brincões. Esses, pode usar e abusar, vale a regra do “quanto maior, melhor”!
Quem aí é “da minha época”, tenho certeza que já usou. Mas e aí, voltaria a usar?!
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23 de fevereiro de 2015
E eis que naqueles passeios de farmácia, logo após eu jurar que só compraria mais produto quando todos os meus estivessem acabando, eu me deparo com essa ampola que logo na embalagem vinha escrito “SEM SAL, SEM SULFATO, SEM CORANTES E SEM PARABENOS”. Não consegui me conter gente, mas juro que a minha promessa esta de pé e essa comprinha foi exclusivamente para eu poder contar pra vocês.
Agora senta, porque prevejo uma resenha gigante, porque informação boa não falta.
Sobre o produto
“Restaura e reconstitui os fios danificados, trazendo maciez, renovação e saúde para a fibra capilar. Estabiliza a barreira lipídica dos fios, que são danificadas por tratametos químicos e fatores mecânicos, como escova e chapinha (química em geral). A linha é feita de Óleo de Ojon, ativo rico em aminoácidos (proteínas) e antioxidantes naturais, sendo responsável pelos benefícios acima.
A ampola capilar Phytoervas pós química formulada com óleo de Ojon possui em sua composição cisteína e ácidos graxos, elementos semelhantes aos que formam o cabelo – proporcionando assim brilho, força, reconstrução capilar e proteção contra processos químicos. A ampola tem a capacidade de penetrar na fibra capilar e ao mesmo tempo selar a cutícula dos fios.”
Informações extras na caixinha:
“Phytoervas, sua cosmética integral.
Cosmética integral é a extração dos ativos da natureza na sua forma mais pura, sem nenhuma adição química. Esse processo preserva seus nutrientes e potencializa seus efeitos.”
(Informações retiradas da embalagem)
Composição
Aqua; Polyquaternium-10; PEG-14M, Cetyl Alcohol, Amodimethicone; Trideceth-12; PEG-90M; Behentrimonium Chloride; Cetearyl Alcohol; Behentrimonium Methosulfate; Caprylic / Capric Triglyceride; Glycerin; Laurdimonium Hydroxypropyl Hydrolyzed Wheat Protein; Elaeis Oleifera Kernel Oil; PEG-8 PG-Coco-Glucoside Dimethicone; Glycerin; Triticum Aestivum Germ Extract; Linum Usita Atimissium Seed Extract; Chenopodium Quinoa Seed Extract; Hydroxypropyl Guar; Ceteareth-20; Disodium EDTA; Citric Acid; MethylChloroisothiazolinone; Methylisothiazolinone; Parfum; Benzyl Salicylate; Hexyl Cinnamal; Limonene.
Cheiro e textura
Olha.. nunca foi tão difícil descrever um cheiro. Não sei se vocês vão me entender, mas sabe cheiro de shampoo? Então, meio floral, gostosinho, extremamente suave. Esse é o cheiro da ampola. A textura é a que já conhecemos, consistente, bem parecida com os condicionadores que estamos acostumados a usar.
Preço e onde encontrar
A minha ampola, eu comprei na Drogaria Pacheco e paguei R$8,90. Procurei na internet e encontrei na Panvel, na Click + Beleza e em outras lojas. No próprio site da Phytoervas, você pode selecionar o produto que deseja comprar e eles te indicam lojas onde encontrar.
O que eu achei?!
Já vou começar dizendo que eu não fiz babyliss, miracurl e nem nada do tipo. Assim como também não sequei com secador. O que aconteceu foi que aqui no Rio está MUITO quente, eu não tive coragem de secar e deixei que acontecesse sozinho. Porém, eu não aguentei ficar com o cabelo solto e enrolei em um coque. Quando soltei, tcharan! Ondas do jeito que eu gosto.
Enfim, vamos ao produto. Eu gostei muito, muito mesmo do resultado. Meu cabelo ficou muito brilhoso, macio, fininho e super leve. Fazia tempo que eu não usava essas ampolas e ter um cabelo lindo com uma ampola de ação em 3 minutos é tudo de bom. Sem sal, sulfato, corante e parabenos é melhor ainda né! O preço não é lá dos melhores, já que é praticamente dose única. Mas o resultado compensa!
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