4 de novembro de 2009
Bom, o Vini me ajudou (denovo! meu Deus, daqui a pouco ele tá postando aqui comigo hahahaha) e deu a (excelente) ideia de postar sobre a faculdade de moda. Sim, é o que eu pretendo fazer, mas nunca tinha pensado em postar aqui. Provavelmente eu vá dividir esse post em dois, mas vamos lá!
Moda é uma das áreas do design que tem como objetivo o desenvolvimento de vestuários humanos respeitando todas as características culturais, técnicas, mercadológicas, de moda ou tendências.
Para quem quer ingressar em moda
Especializar-se é extremamente importante. Não basta aprender a costurar, saber desenhar ou vestir-se na crista da onda. Esse mercado, assim como o de qualquer atividade profissional, também requer muito estudo e um acompanhamento permanente das suas tendências, exigindo de seus profissionais uma postura criativa acurada, de forma a possibilitar que as novas coleções possam vir a obter êxito.
Portanto, o profissional que pretenda ingressar nesse mercado deve preparar-se e saber, desde já, que moda não é apenas o glamour que vemos nas revistas ou a que assistimos pela televisão e em desfiles.
Tempo de Faculdade
Moda no Brasil
Com a propagação das semanas da moda – as fashion weeks – em todo o território nacional, começaram a surgir novos empresários, modelos, estilistas e modelistas.
O País está despontando no setor da moda, que deixou de ser um espaço para amadores ou aventureiros – muito embora, presentemente, um bom estilista ou modelista, por exemplo, raramente possua formação superior na área.
Estilistas, modelistas e produtores vêm sendo contratados para dar uma feição nova a uma simples camiseta, a uma calça jeans ou a um catálogo de moda. Este é, portanto, um mercado promissor e que possibilita, ainda, que do processo por ele gerado participe, também, um vasto elenco de profissionais não diretamente ligados à área.
Vagas para atividades relacionadas
As cifras que envolvem diretamente o mundo da moda criam uma infinidade de oportunidades para os profissionais que, direta ou indiretamente, atuam nesse mercado.
Não somente o estilista, a modelista, a consultora de moda, as costureiras, as bordadeiras etc se beneficiam dessa atividade, como também os fotógrafos e os desenhistas gráficos – com a confecção de catálogos –, os profissionais das têxteis e das estamparias – com o desenvolvimento de novos tecidos, padronagens e texturas –, os das agências de propaganda e de pesquisa de opinião, assim como os organizadores de eventos e os professores dos cursos técnicos e de graduação, dentre outros.
Homens na área
Para quem pensa que no ramo só há espaço para as mulheres está enganado. “Os estilistas e produtores mais reconhecidos no mundo da moda são homens”, se defende o produtor, Manoel Barros, que investiu na área e hoje é um dos destaques promissores na região.
O rapaz, de apenas 22 anos, diz que o mercado absorve muito bem os homens no setor, apesar da idéia de moda estar associada à figura feminina. “A família e a sociedade é que discriminam”, explica. No entanto, Manoel utilizou duas ferramentas importantes para ganhar o reconhecimento na cidade: o estudo e a experiência na área.
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27 de outubro de 2009

Além de valorizar as formas femininas e dar um charme especial ao visual, a cintura marcada, especialmente em vestidos, pode ajudar a disfarçar as temidas “gordurinhas”. Para evidenciar a cintura, pode-se usar cintos, tanto finos quanto largos, faixas amarradas ou até mesmo optar por modelos que já venham com um laço, cinto ou recorte que marque essa região do corpo. Os vestidos mais soltos, com a linha em A são os que ficam melhores com a cintura marcada, principalmente para quem quer disfarçar alguma saliência.
CALÇAS
As calças de cintura alta conferem um toque de elegância ao look. Nesse verão, com a volta das pantalonas, a silhueta se torna ainda mais sofisticada. Combinando com uma camisa, o visual fica perfeito. Se o modelo for skinny, dê preferências a blusas mais soltas. Quem tem o quadril largo, pernas grossas ou barriga saliente deve evitar os modelos que marquem demais o corpo. Cintos também podem adornar esses looks, complementando-os, assim como os coletes, que também constituem uma forte tendência para a estação.
SAIAS
– Se você tem o quadril largo, use saia escura(na verdade pra quem tem quadril largo todas as peças de baixo devem ser escuras, calça, saia, shorts. todas.)
– Se você tem peitão, use a saia mais ou menos na altura do umbigo, nada de saia embaixo do peito.
– Se tem bumbum grande, use modelos mais larguinhos. A saia naturalmente vai te deixar maior, mas os modelos mais largos são a melhor opção.
– Pode usar com tudo, tênis, rasteirinhas, salto. Você escolhe!!
– Mulheres com gordura localizada na região da barriga devem evitar as mais justas, estilo saia-lápis, dando preferência aos modelos mais abertos.
SHORTS
Os shorts curtinhos em modelos de cintura marcada dão um aspecto de pin up ao looks, mas para usar desse modo, deve-se ter bom senso, considerando a idade e se as pernas estão em dia. Os justos também podem ser usados com cintos, mas nesse caso, quem está um pouco acima do peso deve evitar.
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18 de outubro de 2009

HISTORIA
A palavra chapéu vem do latim antigo “cappa”, “capucho” que significa peça usada para cobrir a cabeça.
O primeiro acessório efetivamente usado foi o “pétaso” por volta do ano 2.000 a.C.
Tratava-se de um chapéu de copa baixa e abas largas que os gregos utilizavam em suas viagens como uma forma de proteção.
Era um tipo prático, ajustável, retirado com facilidade, tendo perdurado na Europa por toda a Idade Média (de 476 a 1453).
Nas primeiras décadas do século XX, os chapéus masculinos em suas formas e estilos, alteraram-se pouco em oposição aos chapéus femininos, que conheceram diversos tipos, com freqüentes variações, até mesmo segundo as estações do ano.
Depois da década de 30 e até hoje, os chapéus passaram a ser encarados como um acessório de vestimenta e proteção.
Agora, além dos chapéus, temos também algumas variedades, como boinas, bonés e toucas bombando por ai.
Boina
Símbolo da França, e dos franceses, a boina uma espécie de boné sem abas. A copa pode ser ampla e ficar folgada na cabeça ou ser menor e mais ajustada. O detalhe que caracteriza esse modelo é a aquela faixa reta que encaixa na cabeça.
Pode ser confeccionada em materiais como feltro, lã, brim ou outros tecidos ‘durinhos’.
Indicada para aqueles dias frios, já que aquece a cabeça, ou para aquelas ocasiões em que se quer dar um charme extra ao visual.
Boné
É o modelo teen dos chapéus. Tem uma grande aba frontal que protege o rosto do sol e a copa que encaixa perfeitamente na cabeça.
Indicado para dias de muito sol ou para quem quer fazer um estilo mais jovial.
Breton ou Chapéu Feminino
É o típico chapéu feminino, com grandes abas e a copa arredondada.
Indicado para festas especiais, casamentos ao ar livre e durante o dia ou para aqueles dias de sol escaldante, seja na praia, na cidade ou no campo.
Cartola
Mais clássico, impossível. É o modelo masculino por excelência, com copa redonda e alta, como um cilindro, e abas também redondas, em tamanho médio.
Cloche
Em francês, o termo significa ‘sino’. E é exatamente esse o formato do modelo tipicamente feminino e que é marca registrada da moda dos anos 20. (Apesar dele permanecer fantástico e atual ainda hoje). Sua característica marcante é a copa ajustada à cabeça com abas redondas e curtas que podem ser viradas para cima. Também é chamado cloche aqueles modelos que têm abas com aspecto ‘folgado’ e que ficam soltas sobre a testa.
Indicado para dias frios, porque esquentam a cabeça, ou nos dias de sol, porque protegem um pouco o rosto. Com ele, dá para compôs looks retrôs e super femininos.
Fedora
Esse é outro modelo masculino que deve ganhar espaço nos cabideiros femininos. Tem abas médias e a copa se caracteriza pelo formato mais alongado e com uma depressão no topo. O modelo ficou marcado como chapéu dos mafiosos, graças aos figurinos do cinema americano.
Indicado para mulheres mais corajosas, que não tenham medo de chamar atenção. É versátil, compõe de looks oitentistas aos andróginos, sempre com bom humor.
Panamá
Famoso como um símbolo da América do Sul e Caribe, esse modelo é na verdade orginário do Equador. Costuma ter abas largas, redondas, e copa redonda. É produzido a partir de duas diferentes fibras naturais encontradas no país: as toquillas, que são extraídas de uma palma que nasce na costa equatoriana, e a macora, um fibra de qualidade um pouco inferior.
Seu nome se deve a um episódio político: numa visita ao Panamá, em 1906, o então presidente norte-americano Theodore Roosevelt usava um modelo desses.
Indicado para dias quentes, de sol escaldante, porque protege o rosto e o pescoço sem deixar abafada a cabeça. O que só é possível graças à sua trama característica. Pode ser usado por homens e mulheres.
Touca
É um pedaço de tecido, geralmente lã, que tem o formato da cabeça e nenhuma aba.
Indicado para os dias frios de inverno.
Turbante
São aqueles lenços enormes que quando enrolados com maestria se transformam num turbante, como aqueles usados por alguns indianos.
Para as menos habilidosas, há também aquela espécie de toquinha que imita um turbante de verdade e que pode ser confeccionada nos mais variados tecidos (seda, algodão, crepe, lycra, gorgorão, etc).
Indicado para quem quer fazer charme, compor um visual retrô ou simplesmente proteger a cabeça do frio com um estilo.
Viseira
Não tem copa, apenas uma aba frontal, longa o suficiente para proteger o rosto do sol.
Indicado para os dias de sol, de preferência quando se está na praia ou à beira da piscina. Ou para quem pratica esportes ao ar livre.
Western ou Cowboy
É o chapéu cowboy, com copa alta, um pouco alongada, e abas grandes. É confeccionado em feltro, couro ou palha.
Indicado para quem gosta do estilo cowboy, ou quem pretende aderir à tendência para este inverno. Se a sua intenção não é ir a um rodeio, nem a uma festa à fantasia, evite usar o chapéu com bota cowboy, camisa xadrez ou qualquer outro acessório que remeta ao mundo western.
No verão, os chapéus são mais leves e despojados, como os de palha, que podem ser usados com jeans, camisetas, camisas, coletes e até bermudas. Para ocasiões mais sérias, escolha um chapéu de cor sóbria, que dê algum contraste no look. Para o inverno, qualquer chapéu, ainda mais os de tecido que parecem mais quentes, como o algodão. Para combinar, qualquer coisa vale.
O grande dilema surge na hora do acerto do chapéu de acordo com o seu rosto. Para rostos pequenos, os chapéus menores são mais aconselháveis, para você não passar a idéia de “cabeçudo” por aí. Para quem tem rosto maior ou um pouco quadrado, o ideal é escolher chapéus que possam ser usados meio de lado. Todo um charme.
Os chapéus são chamativos, modificam todo o look e dão aquela impressão máxima de estilo para quem usa. Claro, você tem que ter algum senso na hora de escolher a roupa também, para não sair por aí com uma bermuda de tactel e um chapéu.

As tendências da moda serão chapéus coloridos, estampados, listrados feitos com palha, feltro ou tecido, com abas de tamanho variável.
O chapéu tem tanto senso de humor quanto de formalidade. Pode vestir sublime ou, no descuido, parecer caricato. Em primeiro lugar, avalie o tamanho do rosto e do corpo. Isso é fundamental. Rostos graúdos e corpo pesado não combinam com chapeuzinhos pequenos, gorros e boinas apertados. Caras miúdas somem se o acessório é muito vistoso. Para um perfeito equilíbrio, bom senso e a prova em frente do espelho são a melhor receita para o chapéu ideal.
Não tente combinar o chapéu com a roupa. Vai parecer figurino da Rainha da Inglaterra. Eles funcionam melhor como ponto de contraste nas cores ou texturas com o que se veste. Para uma ocasião elegante é importante provar a roupa com o chapéu para sentir o efeito total.
Contraste também com o formato de rosto: formas arredondadas suavizam traços angulosos e os modelos geométricos favorecem o rosto redondo.
Esqueça os chapéus glamourosos de Joan Collins em “Dinasty”. Os anos dourados acabaram. Quanto mais casual o chapéu, melhor o efeito. Nada que pareça ter levado uma hora na frente do espelho, mesmo que este tempo tenha sido gasto. Simplicidade é o recado.
A melhor cor vai depender de cada pessoa. Para quem não quer o chapéu como destaque, a cor próxima do tom do cabelo, chama menos atenção e combina com todas as roupas. Os neutros também garantem menos notoriedade.
Chapéus com abas ficam melhor em cabelos curtos, médios ou presos. Modelagens sem aba como as boinas e bonés podem ser usados com cabelos longos e soltos.
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8 de setembro de 2009
Moda vitoriana é o estilo inspirado no modo de vestir da
rainha Vitória, bem caracterizado por detalhes,
rendas,
golas altas,
babados,
mangas bufantes,
laços, e
espartilhos. As cores predominantes são as escuras e o estilo vitoriano é mais usado no inverno por ser mais pesado, inclusive por ter sido criado na ingleterra medieval.
À mulher vitoriana foi dada a condição de ser frágil, puro, tímida, inocente e sensível. Qualquer característica que fosse de encontro a essas características era considerado vulgar. Por isso as roupas eram criadas para evidenciar esse perfil.
O espartilho, que fazia mal à coluna e deformava, inclusive os órgãos internos, as debilitava ainda mais, impedindo-as de respirar profundamente. Além de elegante, o espartilho era considerado uma necessidade médica à constituição feminina, usado, inclusive, em versões juvenis a partir dos três ou quatro anos.

O ideal feminino que passa a ser seguido é:- A crinolina, com muitas anáguas, gerando vestidos extremamente volumosos; – O espartilho, evoluído do corset, agora mais ajustado à cintura, chegando inclusive a deformá-las- As mangas extremamente justas e compridas, enfatizando os ombros caídos; – Cabelos cacheados; – Xales e chapéu grandes decorados eram os acessórios preferidos; – Maquiagem pálida com boca e olhos extremamente marcados;
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