28 de agosto de 2013
Olá, olá!
Apesar de ainda ter um três ou quatro posts com as montagens prontas, só precisando escrever, confesso que ando com tanta preguiça que só quero saber de dormir. Vamos falar de estamparia outra vez?
Dos fast foods para a arte portuguesa, como já dá pra reparar as opções em uma só estação é bem variada!
Tenho certeza que todo mundo já passou por pelo menos uma vitrine no shopping e viu essas estampas azuis e brancas por lá. A inspiração vem lá da “Terrinha”, das louças, porcelanas e azulejos tradicionais portugueses. Primeiro, apareceu nas passarelas de Cavalli e Valentino, e agora é possível achar até em lojas de fast fashion.

Para quem gosta de história, os azulejos começaram a ser produzidos em Portugal no final do século XV. Ganharam um lugar privilegiado na arquitetura ao longo dos séculos e podemos dizer que Portugal os adotou de forma ímpar, como em nenhum outro país europeu.
Estes tradicionais desenhos, que misturam flores, arabescos e formas geométricas, aparecem em todos os tipos de peças: blusas, vestidos, calças e até em sapatos e bolsas!
Além do já tradicional azul e branco, a estampa também pode ser encontrada em preto e branco e em ambas as variações, tons de dourado também costumam aparecer.

Pode parecer difícil combinar a estampa, por se tratar de um desenho elaborado e chique. Mas não é nada disso! Assim como qualquer estampa, fica mais fácil combiná-la com peças lisas em uma das cores predominantes do desenho, nesse caso o azul e o branco. Também rola misturar com outras cores, lembrando que a peça deve ser lisa, para não ofuscar a peça estampada. Bege, preto e até o vermelho, que pode trazer de um jeito diferente aquele estilo navy que é a cara do verão!
Sou suspeita porque amo estamparia, e esse é um desenho que eu pretendo investir! E vocês, usariam?
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26 de agosto de 2013
Olá!
Não sei o que aconteceu comigo esses dias, mas estou com uma sequência de posts prontinhos, com fotos prontas só faltando escrever e postar! Espero que essa inspiração doida dure por muito tempo. Ah, preciso saber de uma opinião, nunca em mais de 4 anos de blog, eu fiz post sobre decoração, mas agora estou fazendo mudança no quarto.. e pretendo fotografar as mudanças e mostrar as inspirações, o que acham da ideia? É bom variar as vezes, né?
Não sei vocês, mas eu sou uma noveleira de plantão, não perco um capítulo e não consigo de deixar de observar o que as pessoas estão usando. Desde a cor do esmalte, ao estilo das roupas, chegando nos acessórios.

Não pude deixar de reparar nos anéis que a personagem da Dani Winits
anda usando em “Amor a vida”, então fui pesquisar e descobri o nome:
cuff rings. E de quebra descobri que a primeira vez que eles apareceram,
foi em um desfile de Balenciaga! Agora tá explicado porque é o novo
xodó das famosas e fashionistas, né? Na estação passada, a tendência foram os anéis duplos e triplos, um anel único que ficava em dois ou três dedos, depois vieram os de falange, aqueles fininhos, femininos e super delicados, que ficavam “na ponta” do dedo. Mas, agora a coisa mudou de vez, os cuff rings são bem mais grossos que os de falange. Além de serem usados em vários dedos ou dois em um dedo só, ou o que a imaginação e o estilo permitirem. Ainda dá pra fazer um mix de anéis, finos com grossos, vários em cada dedo, em mais de um dedo.. Infinitas possibilidades!
Como já está passando na novela, não vai demorar muito pra ter uma variedade gigantesca nas lojas!
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24 de agosto de 2013
Terceira e última parte da minha viagem para Foz do Iguaçu. Ainda não viu a parte 1 e a parte 2? Não perde tempo não e dá uma olhada!
Bom, depois dessa última parte eu não sei mais como superar a minha DPV: Depressão Pós Viagem. Como disse na primeira postagem, Foz me encantou de um jeito que eu nem podia imaginar. Não vejo a hora de voltar (sem chuva), pra poder ver as Cataratas num belo dia de sol e fazer coisas que não deu tempo de fazer, como o roteiro de compras no Paraguai.
Mas bom, vamos lá, continuando.

No nosso terceiro dia de viagem, fomos conhecer as tão faladas Cataratas do Iguaçu. Mais uma vez estava muito, muito, muito frio! Cerca de 5°C, que com o vento e a chuva, dava a sensação de ser menos ainda, ou seja, congelante! No dia anterior, com o tour pela Loumar, soubemos mais sobre as Cataratas, coisa que ninguém da CVC contou pra gente. Mas bom, chegando no Parque Nacional do Iguaçu, você desce do ônibus e compra o ingresso que tem diferença de preço para brasileiros e estrangeiros. Depois disso, tem uma lojinha com coisas fofas e não tão caras como eu esperava. Com medo das filas, eu já tinha comprado os nosso ingressos pela internet, no site da Cataratas do Iguaçu S.A, é só imprimir o voucher e apresentar no caixa de “Compras da internet”, não demorou nada e nem tinha fila pra quem ia comprar na hora. Mas, tivemos a grata surpresa de ter ganho 2 cupons de desconto: um de 10% de desconto no restaurante Porto Canoas e outro também de 10% de desconto nas lojinhas. Eu ganhei um e amor ganhou outro. E aí, apresenta os ingressos, passa pela catraca e sobe no ônibus novamente e segue por uma estrada que parece longa, mas passa rápido. Depois, hora de seguir a trilha. Esperava enfiar o pé na lama e ter problema com árvore e raízes expostas, mas nada disso. A trilha é tranquila, de concreto e tem alguns (poucos) degraus. Durante todo o tempo você vai beirando as Cataratas e há também alguns mirantes que vão mais “pra dentro” da água. Não estava chovendo, mas nos molhamos como se estivesse, mesmo com a capa de chuva. As mãos estavam congelando (e não tínhamos luva!). Mas é realmente incrível! Eu não encontrei até hoje palavras para descrever as Cataratas, tudo que eu penso, ainda parece pouco perto de tanta grandeza. Uma curiosidade muito interessante: A palavra “Iguaçu”, do tupi-guarani, significa ÁGUA GRANDE. Não podia ser mais apropriado, né? Antes, beeeeeem antes, eram chamadas de “Santa Maria” porque quando os espanhóis estavam navegando pelo rio e ouviram o barulho da queda, amarraram as canoas numa árvore e resolveram seguir a pé por terra pra ver o que tinha mais a frente, e quando viram a enorme queda d’água, exclamaram “SANTA MARIA!”, mas aí não sabemos se pelo susto de ser algo tão enorme e lindo ou de alivio, do tipo “Santa Maria, quase que a gente morre!” hahaahhaha.
Ah, os quatis! Já ia me esquecendo dos ladrões mais fofos que já vi na vida. Aconselho que ninguém vá com nenhum tipo de comida na mochila, porque eles te perseguem mesmo! Se der mole, eles sobem em cima de você pra roubar comida!

O guia que nos levou no dia anterior para o City tour que contou essa história sobre o nome das Cataratas, também contou sobre uma lenda muito muito linda sobre a formação delas.
Antigamente, quando só os índios Caigangues habitavam a região, eles acredivatam que o mundo era governado pelo deus M’Boy, filho de Tupá que tinha forma de serpente. O cacique da tripo tinha uma filha, que era considerada a mulher mais bela da tribo: Naipi. Tão bonita que tinha o poder de fazer as águas do rio pararem quando ela olhava seu reflexo. Por ser tão bonita, Naipi, foi ofertada a esse Deus e então viveria somente para ele. Mas, também nesta tribo existia um índio chamado Tarobá, que quando viu Naipi, se apaixonou na mesma hora. No dia da festa de oferenda, enquanto todos festejavam e bebiam, Naipi e Tarobá fugiram uma canoa, que era arrastada pela correnteza do rio. Quando o Deus M’Boy percebeu a fuga dos dois, ficou furioso e então se embrenhou na terra e produziu uma fenda, que deu origem as cataratas. Com a fúria da água e do buraco recém formado, a canoa e dois dois índios despemcaram, desaparecendo pra sempre. A lenda ainda diz que M’Boy transformou Naipi em uma rocha, que fica bem no centro das cataratas e Tarobá em uma palmeira que fica lá em cima, na beira do abismo. Pra que ele possa sofrer pra sempre vendo o sofrimento da amada coberta pelas águas. É comum que um arco iris se forme nesse ponto, conta-se então, que quando ele aparece, é a força do amor desses dois, que supera a força da água e se encontram. Fala sério, não é lindo?????

Voltando (mais uma vez) para as Cataratas. A caminhada é fácil, e pode ser rápida ou demorada, dependendo do ritmo de cada um (e de quantas vezes você vai parar para tirar foto). Depois da caminhada, você acaba dando de cara naquela passarela enorme que todo mundo já viu alguma vez na tv. Se eu já estava morrendo de frio antes, nessa hora acho que eu virei um cubo de gelo! O vento era muito, muito forte! E eu estava tão ensopada, que parecia que eu tinha dado um mergulho. Já estava molhada mesmo e já estava ali, porque não seguir até a ponta da passarela? E gente, é de tirar o fôlego! Você vê a água passando a um, dois metros debaixo do seu pé e quando chega lá na ponta, vê aquela queda enorme! É incrível demais pra descrever em palavras. As fotos da beirada não ficaram boas, pois tinha muita neblina e estava molhando demais a câmera. Imagina, se queima e eu perco todo o resto das fotos?! Depois, segue de volta pela passarela e entra na fila, igualmente molhada, para o elevador panorâmico. Não consegui tirar fotos dele, porque lá dentro também é molhado e como estava cheio, acabei ficando perto da porta. Saindo do elevador, tem uma outra lojinha, uma lanchonete estilo fast-food, uma outra mais parecida com um café e o restaurante Porto Canoas. Estávamos totalmente ensopados, com as mãos congeladas, cansados, mas completamente felizes e realizados. Tudo, tudo valeu a pena depois daquela vista impressionante. Fomos mais rápidos do que necessário, então acabamos ficando tempo demais perambulando por ali. Na lojinha, vende meia, luva, toalhinha, camisas, bichinhos de pelúcia e todo tipo de lembrancinha pra levar pra casa. Primeiro compramos o necessário: uma toalha e luvas para os dois. Meu lado consumista gritou, e eu ainda comprei um cachecol lindo e quentinho (também era necessário, vai.. o meu estava ensopado) e um ímã fofo de geladeira do quati. O frio era tanto que esquecemos de usar nossos cupons de desconto!!!!!
Minha única queixa é quando ao fast food, achei fraco (sério) e a falta de um ambiente aquecido também foi importante. Passamos muito tempo na lojinha só pelo quentinho que estava lá dentro haha. Finalmente, encontramos nosso ônibus. Havia opção de conhecer o Parque das Aves, mas a essa altura já estava chovendo e preferimos deixar para a próxima. Então, voltamos para o hotel, nos secamos e esperamos pelo passeio que mais queríamos: COMPRAS NO PARAGUAAAAAAAAAI!

De noite, tínhamos comprado também com a Loumar, o passeio no Shopping Del Este, no Paraguai. Todo mundo me pergunta se valeu ou não a pena e bom, sempre vale a pena porque é sempre bom conhecer um lugar novo. Com o dólar alto do jeito que estava, as coisas não estavam baratas como ouvimos falar por aqui. Os perfumes, estavam mais baratos no Duty do que no shopping. As maquiagens estavam basicamente os mesmos preços que no Brasil. Como já tinha ido pra lá com dólares trocados, eu tinha que gastar de qualquer forma (ahah), então comprei uns sabonetes da VS, um rímel e um delineador da Maybelline. Por exemplo, o rímel custou $15, o mesmo preço que compramos aqui no Brasil. Aproveitei e comprei uns alfajores Havana (deliiiiiiiicia!) e no final, acabei voltando pro Rio com só UM DÓLAR! Olha só a cara de felicidade com as mãos cheias de sacola!
Da próxima vez, espero ir com uma folga maior de tempo (só quero revisitar as Cataratas e o templo budista) e então vou incluir o roteiro de compras do Paraguai NA RUA, aparentemente, parece ser mais barato que no shopping. Então, senhor dólar, faz favor de baixar pra que meu retorno seja mais rápido!
Aproveito para agradecer a Loumar por tudo, desde o atendimento pelo email, Josué obrigada pela paciência e atenção! Até esses ótimos passeios maravilhosos e inesquecíveis! E ah, é claro! Pela força que eles deram postando nossos links lá! E quando voltar, será com vocês! #NosLevaDeVoltaLoumar!
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23 de agosto de 2013
A um tempão atrás, a nossa parceria Océane Femme mandou pra mim esse lançamento. Como eu estava me formando e prestes a viajar, faltou tempo pra testar e fotografar. Então deixei ela guardada junto com a ansiedade pra saber como funcionava. Finalmente, consegui testar e fotografar.
O mais interessante é o material que a esponja é feita. Konjac é uma planta muito usada como medicamento e alimento na China por mais de 2 mil anos!
Se der um google, vai achar até macarrão de konjac. Isso porque, o principal componente dele é o glucomannan, uma fibra dietética solúvel em água.

Quando te dizem que é uma esponja, espera-se que ela seja pelo menos macia, certo? Não. Errado! Pelo menos a princípio, a esponja konjac é bem dura. Parece até uma pedra aerada, tipo aquela que se usa no pé. Coloquei ela debaixo d’água e abri a torneira, e fiquei lá. Não demora muito e ela começa a ficar super macia! Fui apertando, apertando e ela virou uma esponjinha e não mais uma pedra.
Segundo a marca, a esponja Konjac é feita de fibra konjac 100% natural. Incrivelmente suave e delicada, ela é ideal para todos os tipos de pele. Usada para limpeza do rosto e do corpo. A esponja Konjac, proporciona limpeza profunda, detoxificação, hidratação e equilibrio. Seu uso diário, traz de volta o brilho natural e a maciez da pele.
As principais características da esponja são:
• Promove suave esfoliação para trazer de volta o brilho natural da pele;
• Equilibra com eficácia o Ph da pele;
• Hidrata a pele naturalmente.
Eu tinha comprado na viagem, esse sabonete esfoliante da Victoria’s Secret e também ainda não tinha usado, então resolvi testar junto. Não achei caro, comprei numa loja chamada Macedônia, que fica no Shopping Del Este (Paraguai) e custou $11. Além do cheiro que é maravilhoso e fica na pele por horas, ele tem essa bolinhas que se parecem com mini pérolas, que tem ação esfoliante. E não precisa usar em grande quantidade, porque ele faz muita espuma!
A esponja pode ser usada sem nada ou junto com algum outro produto, não sei como ela funciona sem nada já que usei com o sabão liquido. Passei ele na esponja, molhei um pouco mais e esfreguei no rosto. Não dói e não agride a pele, pode ser usada até diariamente!
Modo de Usar:
1. Encharque a esponja com água e esprema repetidas vezes para prepará-la para o uso;
2. Massageie delicadamente em movimentos circulares no rosto e no corpo;
3. Enxágue e esprema para retirar a água até que esteja quase seca;
4. Pendure-a em lugar fresco e bem ventilado para que seque adequadamente.
Confesso que não sou muito de cuidar da pele, mas para primeira vez que usei e realmente fez efeito! Meu rosto tá super macio! Vou usar sempre agora 🙂
Obrigada Océane!
Este produto foi enviado pela assessoria de imprensa da marca. Nossas resenhas prezam sempre pela sinceridade e verdade, a opinião relatada aqui veio da experiência de uso da autora do post e é independente da marca que enviou o produto para teste.
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