21 de agosto de 2013
Olá, olá!
Prevejo uma semana repleta de posts por aqui (oba!), tenho resenhas pra fazer, assuntos pra falar, tendências pra contar e ainda tenho um diário de viagem pra terminar! Pra não ficar todos os assuntos muito parecidos e enjoativos, vou mesclando um pouco de cada pra ninguém ficar cansado.
Hoje vamos falar de uma tendência que tá vindo por aí?
As comidas estampadas na roupa não são uma novidade desta temporada, quem lembra de D&G e suas estampas de cebolas, pimentões e tomates? E Moschino e suas frutas? Falamos deles aqui a um tempão atrás!

A diferença é que a estampa da vez é a dos fast foods: pizza,
hamburguers, cachorro quente e tudo mais que a ditadura da beleza trata
de manter bem longe das passarelas. A primeira vez que vi estampa de comida, foi na Imaginarium que tinha tênis e mochilas com estampa de donuts e jujubas, mas quem trouxe a tendência a tona dessa vez foi o estilista Markus Lupfer, que criou um casaco com estampa de um apetitoso hamburguer.
O que vem junto com essa tendência é uma outra tendência, a do realismo. Nada de desenho de hamburguer com carinha batata frita com perninha, quanto mais real parecer a comida, melhor!
Não vamos esquecer que a estampa já chama atenção por si só, então o melhor é combinar com peças menos chamativas e de cores neutras, pra peça estampada se destacar!

Lá pra fora, a que pegou mesmo foram as t-shirts da marca Get a Life, que é comercializada na rede de supermercados Walmart. Aqui no Brasil ainda não vi vendendo em nenhuma marca (mas acredito que a Renner não vai demorar muito pra produzir). Como disse ali em cima, a Imaginarium já vez a um tempo atrás, quem gostou muito da ideia vale a pena uma passada lá pra ver se ainda tem, mas eram só tênis e mochilas. Alguém aí usaria uma camisa de pizza?
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20 de agosto de 2013
Continuando o diário de viagem em Foz do Iguaçu! Perdeu a parte 1? Clique aqui pra relembrar.
Depois da comilança do dia anterior, só nos restou ir para o hotel dormir e tentar aproveitar o máximo de tempo dormindo, porque o segundo dia seria agitado e cheios de coisas boas pra fazer.
Primeiro fomos a Usina de Itaipu Binacional com a equipe da CVC (pacote incluía ingresso para vista panorâmica e transporte), quando chegamos ao local, fomos conduzidos a um hall com uma foto enorme das barragens abertas (a guia que nos acompanhou disse que em 12 anos de profissão, só conseguiu presenciar a cena 1 vez), maquetes e miniaturas das peças. Depois, entramos em um auditório, semelhante a um cinema, onde passa um filme contando sobre a construção da usina.

Depois de assistir o filme explicativo, você passa a entender mais ainda que a cidade foi toda construida por causa da criação da usina, era muita gente trabalhando e a cidade não tinha recurso pra comportar toda aquela quantidade de trabalhadores que em sua maioria eram acompanhados de familia. A vista panorâmica, como diz o nome, você tem uma visão panorâmica de toda a usina. O trajeto é feito de ônibus, que para em dois lugares diferentes para poder admirar e fotografar, depois, entra todo mundo no ônibus outra vez e segue admirando só pela janela e ouvindo mais da história do lugar.
Mas é no mirante que você se vê minúsculo perto da grandiosidade da usina, tudo é muito grande! Maior que ela, só os números que fizeram parte de sua história, vou contar só alguns:
• O volume total de concreto utilizado na construção da usina seria suficiente para construir 210 estádios de futebol como o do Maracanã, no Rio de Janeiro.
• O ferro e aço utilizados permitiriam a construção de 380 Torres Eiffel
• A vazão máxima do vertedouro da Itaipu (62,2 mil metros cúbicos por segundo) corresponde a 40 vezes à vazão média das Cataratas do Iguaçu.
• A altura da barragem principal (196 metros) equivale à altura de um prédio de 65 andares.
Por azar, o tempo virou bruscamente do primeiro para o segundo dia. A chuva, o vento eram muito, muito fortes! Mesmo com capa de chuva, ficamos completamente ensopados. Por isso faltam fotos boas da usina, mas pretendemos voltar no verão ou quando a probabilidade de chuva for menor.
O passeio todo dura em média 1hora 30 minutos. A CVC tinha opção de outros passeios, como roteiro de compras no Paraguai, por exemplo. Mas como disse na postagem anterior, fechamos todos os passeios que não estavam incluidos na CVC com a Loumar Turismo. Então, voltamos para o hotel com tempo apertadinho, só para secar os tênis com secador do hotel e descer pra esperar a van, que mais uma vez nos buscou pontualmente no horário marcado.

Partimos então para o City Tour Histórico com a equipe da Loumar, dessa vez, acho que o nome do guia/motorista era André (ou algo do tipo), que provou que os homens também conseguem fazer mais de duas coisas ao mesmo tempo. O cara dirigia, prestava atenção no trânsito, consertava o microfone que tava com mal contato e ainda por cima contava a história da cidade! Contou a história da cidade desde que começou a criação da usina até hoje, a cidade é novinha perto das nossas “grandes” cidades brasileiras, ano que vem, Foz do Iguaçu completa seu primeiro centenário! A primeira parada foi no Marco das Três Fronteiras, Brasil, Paraguai e Argentina. O lugar é bem bonito e tem uma vista bonita também, mas tem cara de super abandonado. Fica um pouco mais distante da cidade, talvez esse seja o motivo de tal “abandono”. Basicamente o lugar se resume a esse “triângulo” que é o Marco, a vista, uma lojinha super cara, uma lanchonete que vende biscoito e refrigerante e uns cachorros simpáticos.
O lugar é bonito, só merecia ser melhor cuidado. Fica a dica aí! Mais uma vez a chuva e o frio estavam lá, firmes e fortes, nos ensopando mais uma vez.

Depois, voltamos ouvindo mais sobre a cidade, passando por ruas importantes.. até chegar na nossa segunda parada: Mesquita Muçulmana. Na Mesquita, só pode entrar acompanhado de uma das senhoras de lá, as mulheres não podem entrar com a cabeça descoberta e ninguém pode entrar calçado. Mas não precisa se preocupar, a senhora simpática enfia o “véu” carinhosamente na cabeça das mulheres. E ô coisa desconfortável! Bom, a mesquita é um lugar realmente bonito, mas eu não via a hora de sair de lá e arrancar aquela coisa da minha cabeça.
Esse teto redondo grandão, era pintado de dourado, por causa do calor que faz em Foz (podendo chegar a 47°C no verão), a manutenção estava tendo que ser feita com mais frequencia e o custo estava alto. Então, resolveram deixar tudo branquinho mesmo.
O guia já tinha dado explicações sobre ela, mas senti falta de explicações por parte da moça que cuida do lugar.. ela só ficou lá parada olhando pra gente, fotografando quem pedia ajuda. Ficou aquele clima de “ela não vai falar nada?”.
Todos de volta ao quentinho da van e rumo a próxima parada: Templo Budista.

O lugar também é um pouco distante do centro, mas segundo o guia tem um ônibus que passa perto e o resto do caminho precisa ser feito a pé. Mal descemos da van e a tempestade desabou em cima de nossas cabeças. Ficamos realmente triste, pois somos amantes da cultura oriental e não podemos ver e fotografar direito por causa do temporal. Você só pode tirar foto até chegar ali na “casinha”, no templo. Do lado de dentro, é proibido. Também foi dificil enxergar lá dentro, porque nem as luzes eles acenderam! Tivemos que ficar esperando a chuva diminuir pra poder sair. Ah! Todas essas estátuas vieram da China! Nessa última foto, onde são todas iguais, são 109, que representam as 109 reencarnações de buda. Tem uma lojinha lá dentro, com miniaturas, incensos e etc, tudo bem carinho. O pessoal fala chines e o portugues é bem enrolado, mas na hora das contas eles mandam bala! hahahahahaha
Fim de mais um passeio com a Loumar, voltamos pro hotel ensopados outra vez.

O combinado com a CVC era que, logo após o desembarque em Foz, eles nos levariam ao Duty Free. Furada. Disseram que nosso hotel tinha transporte grátis pra lá e que se a gente quisesse ir, que resolvesse com o hotel. Ok, CVC, thnks! Antes de sairmos para o city tour, marcamos nossa ida ao Duty com o hotel mais tarde. E mais uma vez nosso tempo estava apertadíssimo! Mal chegamos e só tivemos tempo de trocar as roupas molhadas, pegar a carteira e descer para esperar a van. No Duty a história é diferente, não pode entrar com bolsa, câmera, celular, nada. Fotos? Nem pensar. Para entrar, você ganha um adesivo com um número de identificação e logo passa por um estreito corredor, onde colocam todos os seus pertences dentro de uma bolsa com um lacre impossível de ser rompido. Aquilo é uma loucura! Um espaço “pequeno” entupido de pessoas, mercadorias de todo tipo e vendedores dispostos a te ajudar. Com o dólar nas alturas (cotado a R$2,40), estava difícil achar algo que valesse a pena comprar lá e não aqui ou na internet, onde é possível parcelar. Maquiagens não estavam valendo a pena, eram as mesmas marcas que temos aqui (Revlon, Maybelline, Smashbox..), não vi MAC e tinha Victoria’s Secret. O que estava valendo a pena eram os perfumes, o 212 Men de 50 ml estava $53 e o de 100 ml estava $73, comprei porque tinham me encomendado eles. Pra dizer que não comprei nada pra mim, comprei uns chocolates, um saco grande de Kit Kat, e um gloss da VS. Tínhamos pouco tempo lá dentro, cerca de 2 horas pra olhar tudo e ainda ir pra fila quilométrica do caixa, a pressão psicológica que o motorista fez pra ninguém se atrasar foi enorme! E sem relógio ou celular pra saber quanto tempo ainda tínhamos era pior ainda. Pegamos o que tínhamos que pegar e corremos pro caixa, onde passamos longos 40 minutos. Saímos de lá no minuto certo em que o motorista já carregava o grupo para a van, ufa!
Nesse dia, pegamos muita chuva e muito frio que me fizeram mal e eu cheguei no hotel queimando de febre. Resolvemos não sair mais e pedimos uma pizza no Pizza Hut no quarto mesmo. E chega! Prontos para dormir, que o dia seguinte era dia de Cataratas!
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17 de agosto de 2013
Olá!
Uso shampoo e condicionador do Pantene a muito tempo (acho que desde que lançou), variava entre o liso extremo e o reparação profunda, mas não sei porque a alguns dias mesmo lavando direito, com a quantidade normal e enxaguando bem, depois do secador meu cabelo ficava com aquela textura estranha de quando está sujo. Depois de perguntar a muita gente o que fazer, me aconselharam a trocar de shampoo e condicionador. Por mais que os profissionais digam que o cabelo não acostuma com os produtos que usamos e eles não perdem o efeito, não custava tentar, né?
Não resistindo a tentadora promoção da Dove no mercado Mundial, com o conjunto de shampoo + condicionador por R$7,99 resolvi comprar pra testar e aproveitar pra ver se dava jeito na estranha oleosidade do meu cabelo.

Logo na embalagem, vem dizendo que ele contém oléo de argan (poderoooso!). O que quase ninguém sabe, é que o óleo de argan (ou morrocan oil) é extraído de um frutinho de uma árvore que tem o mesmo nome: argan spinosa. Essa árvore só existe no deserto do Marrocos, e pra conseguir um litro do óleo é preciso extrair até 100 kg de semente! Tá explicado o motivo desse ser um produto bem caro. O Argan é conhecido pelo poder de regeneração que ele fornece aos
cabelos. Além disso, ele deixa o cabelo sedoso, macio, brilhoso e super
maleável, no melhor estilo comercial de shampoo.
Dadas as devidas explicações sobre o principal componente destes produtos que testei, vamos ao que importa. No site da Dove, eles dizem que estes produtos foram desenvolvidos para cabelos danificados, ásperos e com frizz. Dizem que o shampoo repõe os lipídios e nutre profundamente os fios, retirando as impurezas sem deixar a sensação de oleosidade no cabelo. Já para o condicionador, a promessa é de desembaraçar os fios por completo, facilitando o penteado e controlando o frizz.
Tanto o shampoo, quanto o condicionador não tem aquela cor branquinha que costumamos ver, eles são mais amarelados (não sei se pode manchar cabelos platinados). A textura do shampoo é igual a todos (chegou a pingar do dedo na hora da foto), mas a do condicionador eu achei mais consistente, mais durinha.



Lavei como se lava normalmente, com shampoo, enxaguei, condicionador só no comprimento, enxaguei. Tirei o excesso de água com a toalha e depois parti para o secador (meu cabelo demora muito pra secar e no frio demora mais ainda), não usei nem termoprotetor e nem reparador de pontas. E ficou desse jeitinho aí: brilhoso e macio. Daquele que você passa a mão toda hora e não acredita que milagres acontecem hahaha. Ah! Já ia me esquecendo: não ficou com cara de sujo!
Aprovadíssimo Dove, meu novo xodózinho.
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17 de agosto de 2013

Oi, oi!
Acho que estou sofrendo de DPV, ou, depressão pós viagem. Aquela saudade enorme, a tristeza de olhar a mala, ver as fotos milhares de vezes por dia, a intensa vontade de voltar e essas coisas.. Pra ajudar a melhorar e ajudar quem pretende viajar, resolvi abrir meu diário de viagem e mostrar tim tim por tim tim de tudo o que aconteceu nesses quatro maravilhosos dias.
Pra começar, confesso para vocês que antes de ir para Foz, ficava pensando o que tinha lá além de água. Que água é o que não falta aqui no RJ e etc. Mas fui, confesso que mais atraída pelas compras nos países vizinhos do que pela própria cidade. E hoje estou completamente arrependida pelos meus pré conceitos! E confesso, nunca na vida me encantei tanto com uma cidade como estou por Foz (nem Gramado, nem Bariloche, nem nenhum lugar que já visitei antes).
Tudo começou a três meses atrás, quando comprei um pacote de viagens pela CVC, este pacote incluía as passagens aéreas pela Gol, as diárias no hotel Pietro Angelo, o transfer do aeroporto/hotel/aeroporto, a visita a Usina Hidrelétrica de Itaipú (transporte e ingresso) e o transporte para as Cataratas (sem ingresso). No próprio site da CVC eles indicavam uma agência de lá para fazer os outros passeios não incluídos, eu até entrei no site, olhei e nada me agradou. Então depois de muito pesquisar, resolvi fechar (pelo site mesmo) com a Loumar todos os outros passeios que eu queria fazer. E, foi a melhor escolha que eu podia ter feito! Eles são realmente ótimos!
O HOTEL

O hotel é meu novo caso de amor, muito bem localizado no Centro, dá pra fazer tudo a pé. Fica numa rua paralela a Av.Brasil, a rua onde tem todo comércio de Foz. Também fica próximo aos shoppings que dá pra ir andando. Na mesma calçada, tem uma confeitaria que fica aberta VINTE E QUATRO HORAS! Lá tem comida self service, salgados, sanduíches e doces maravilhosos! O preço é ótimo, tem internet wifi de graça e o ambiente é super aconchegante. Se der fome de madrugada, é só ir lá hahaha. Logo na frente do hotel tem um ponto de ônibus, que você consegue ir até para Ciudad del Este.
Voltando ao hotel, ele foi reformado recentemente, então é tudo muito novinho. Os quartos são limpos e aconchegantes, daqueles que nem dá vontade de sair pra mais nada, e ao contrário do que vi na internet, não fomos atacados por formigas! Os funcionários são atenciosos, estão sempre dispostos a te ajudar no que precisar. O café da manhã tem uma variedade grande de tudo quanto é coisa, pães, bolos, biscoitos doces e salgados, frutas, suco, iogurtes.. tinha até pão de queijo, pizza e bacon! Mas é aquilo, não muda muito de um dia para o outro, é quase sempre a mesma coisa. Mas quem se importa?!

No mesmo dia em que chegamos, eu havia comprado com a Loumar o passeio chamado “Noche en Iguazú”, no horário marcado chegou uma van da agência, confortável, com um motorista simpático e tinha até tv! Neste pacote, estava incluído o transporte até a cidade de Puerto Iguazú, na Argentina e o jantar em um dos três restaurantes que eles disponibilizam. Nós escolhemos o “Te amaré Maitena“, o motorista (desculpa, não lembro mesmo o nome dele) que nos levou disse que é o mais novo dos restaurantes dali e fica bem no centro. O ambiente é super fofo e romântico, ótimo pra quem vai a dois com o casais amigos, tinha um varandão onde tinha música ao vivo, mas como estava bem quente (e foi o único dia de calor de todo passeio), preferimos ficar do lado de dentro. Como disse, o jantar é incluído no preço do pacote, com direito a uma entrada, um prato principal e uma sobremesa para cada um, as bebidas são pagas a parte. É claro que a especialidade da casa são os tradicionais pratos argentinos, como as massas e o bife de chorizo.
Lá nas duas primeiras fotos são do interior do restaurante, na terceira foto foi a nossa entrada “Quesadillas tex-mex”, na foto seguinte é o meu prato, um raviolli de rúcula com espinafre, presunto e frango (que eu retirei porque não como carne) e estava mesmo ótimo! A foto de baixo é do prato do meu namorado, que foi o bife de chorizo com malbec, “papas” e o arroz, que foi uma troca no lugar de legumes cozidos. Já estávamos de pança cheia, mas ainda cabia a sobremesa, a minha foi o tal do “vulcano de chocolate” que o garçom disse ser maravilhoso, e era mesmo! Nada mais que um petit gateau com sorvete e uma caldinha de frutas. Já o amor, ficou com a panqueca de doce de leite, que também era boa, porém doce demais! Bebemos um monte de pepsi e ainda provamos uma cerveja típica argentina (bem ruim, por sinal), esperávamos por uma conta enorme (apesar de ser só bebidas) e nos assustamos quando o garçom trouxe a notinha: AR $ 80 (80 pesos argentinos) ou melhor, R$30!!. Não sei se minha cara de alegria nessa última foto era pela conta ou pela comilança!
Amanhã continuo a contar e mostrar coisas dessa cidade maravilhosa que é Foz!
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