16 de julho de 2010

Olá!
Galerinha, já pedi algumas vezes pra quando vocês comentarem pedindo alguma coisa, deixar o nomezinho.. pra eu poder citar aqui no post!
Enfim, agradecendo ao ‘anônimo’ que comentou por aqui ontem, fico muito feliz, de verdade.. saber que o blog está agradando! Bom, moda vintage eu já fiz alguns posts aqui, mas não custa fazer outro mais amplo.
(Post sobre moda vintage / post sobre rockabilly / post sobre pinups).
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Primeiro de tudo, é bom saber diferenciar retrô de vintage.. retrô são coisas novas, relançado igual ou parecido, com referências ao antigo e vintade é uma coisa antiga de verdade, que fez moda na sua época.
Agora sim, estilo vintage é uma referência ou releitura em alguma peça com cara de antiga, que vai dos anos 20 até os anos 60. Mas isso não é especifico, na hora de se vestir com estilo vintage, é bom levar em conta que época se encaixa mais com a sua personalidade..
Quando falamos em moda ‘antiga’ o que vem na cabeça? Na minha vem Coco Chanel e depois vem roupas e acessórios.. Óculos grandes, óculos de gatinha, preto e branco, sapatos e bolsas divertidas, sapatos de verniz, pérolas, enfeites de cabelo, lacinhos, vestidos de corte reto, vestidos rodados com armações, tule, renda e muito mais.

Enfim, a moda vintage nada mais é do que um resgate do passado, uma reinvenção do antigo com o moderno que está dando muito certo. Os estilistas estão apostando nessa reinvenção para transformar os figurinos e dar um look especial
Anos 20 – vestidos com a cintura bem rebaixada com comprimento pelos joelhos, as pérolas à la Chanel e tudo o que remete à estilista, entre outros elementos.
Anos 40 – decotes avantajados e a sesualidade e o glamour das grandes musas de Hollywood.
Anos 50 – as cinturas bem marcadas, calças cigarrette e saias godê.
Anos 60 – os vestidos justinhos curtos e a silhueta A são elementos bem marcantes.
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  • Qual seu batom vermelho?
  • Fica a Dica #11
  • É de comer?
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    21 de fevereiro de 2010
    Olá fashions!
    Eu pedi ajuda para o post de hoje lá no twitter e ninguém me deu nenhuma, então, resolvi postar uma que já ta na minha cabeça há algum tempo.

    Moda navy, pra quem não sabe o que é, foi inspirada nos uniformes dos marinheiros e eternizada pela diva suprema de todos os tempos Coco Chanel,
    o marco inicial foi nos anos 20, quando ela desenhou a primeira calça para mulheres.
    A peça era chamada de calças para iatismo, já que no início apenas foi usada pelas mulheres que acompanhavam seus maridos nos clubes de iate.
    E agora, essa tendência volta com um toque mais feminino e atual, macaquinhos, shorts, listras (muitas), gola canoa e os famosos botões dourados .

    Existem sim algumas dicas, lá vai:
    – Sempre procure combinar as peças no estilo navy com acessórios dourados, porque são eles que dão o glamour no final
    – Aposte nas peças de alfaiataria, como shorts brancos de cintura alta ou macaquinhos com cintura bem marcada
    – Plataformas, sapatilhas ou rasteirinhas estão liberadas, mas, leve em conta a ocasião que você vai usar
    – As calças pantalonas são excelentes pra quem precisa de um look mais chique, use com blusas listradas e acessórios grandes
    IMPORTANTE:
    Cuidado com as listras. E o de sempre, listras horizontais dão a impressão de ser mais largo e as verticais de ser mais comprido.
    Montei três looks para servirem de inspiração para os que pretendem adotar essa tendência, eu sem duvidas, irei usar.

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  • Fluorescente, Neon, Fluor
  • Unhas da Semana #6
  • Tem que ter: Bralet
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    10 de dezembro de 2009
    Olá amigos, como estão? Hoje eu me empolguei legal pra postar aqui. Fui lá na faculdade fazer a minha inscrição pro vestibular (que já é sabado), e vi LINDOS vestidos feitos de papel, gente, que coisa linda *-* .. E não sei porque, me deu vontade de postar aqui a moda ao longo do tempo. Pra não ficar um post mega gigante, vou dividi-lo; hoje dos anos 20 até os anos 60 e amanhã dos anos 70 aos anos 90 ok?
    Anos 20
    Uma década de prosperidade e liberdade, animada pelo som das jazz-bands e pelo charme das melindrosas – mulheres modernas da época, que frequentavam os salões e traduziam em seu comportamento e modo de vestir o espírito da também chamada Era do Jazz.
    Livre dos espartilhos, usados até o final do século 19, a mulher começava a ter mais liberdade e já se permitia mostrar as pernas, o colo e usar maquiagem. A boca era carmim, pintada para parecer um arco de cupido ou um coração; os olhos eram bem marcados, as sobrancelhas tiradas e delineadas a lápis; a pele era branca, o que acentuava os tons escuros da maquiagem.
    A silhueta dos anos 20 era tubular, com os vestidos mais curtos, leves e elegantes, geralmente em seda, deixando braços e costas à mostra, o que facilitava os movimentos frenéticos exigidos pelo Charleston – dança vigorosa, com movimentos para os lados a partir dos joelhos. As meias eram em tons de bege, sugerindo pernas nuas. O chapéu, até então acessório obrigatório, ficou restrito ao uso diurno. O modelo mais popular era o “cloche”, enterrado até os olhos, que só podia ser usado com os cabelos curtíssimos, a “la garçonne”, como era chamado.
    A mulher sensual era aquela sem curvas, seios e quadris pequenos. A atenção estava toda voltada aos tornozelos.
    Em 1927, Jacques Doucet (1853-1929), figurinista francês, subiu as saias ao ponto de mostrar as ligas rendadas das mulheres – um verdadeiro escândalo aos mais conservadores.

    Anos 30
    Diferentemente dos anos 20, que havia destruído as formas femininas, os 30 redescobriram as formas do corpo da mulher através de uma elegância refinada, sem grandes ousadias.
    As saias ficaram longas e os cabelos começaram a crescer. Os vestidos eram justos e retos, além de possuírem uma pequena capa ou um bolero, também bastante usado na época. Em tempos de crise, materiais mais baratos passaram a ser usados em vestidos de noite, como o algodão e a casimira.
    O corte enviesado e os decotes profundos nas costas dos vestidos de noite marcaram os anos 30, que elegeram as costas femininas como o novo foco de atenção. Alguns pesquisadores acreditam que foi a evolução dos trajes de banho a grande inspiração para tais roupas decotadas.
    A moda dos anos 30 descobriu o esporte, a vida ao ar livre e os banhos de sol. Os mais abastados procuravam lugares à beira-mar para passar períodos de férias. Seguindo as exigências das atividades esportivas, os saiotes de praia diminuíram, as cavas aumentaram e os decotes chegaram até a cintura, assim como alguns modelos de vestidos de noite.
    A mulher dessa época devia ser magra, bronzeada e esportiva, o modelo de beleza da atriz Greta Garbo. Seu visual sofisticado, com sobrancelhas e pálpebras marcadas com lápis e pó de arroz bem claro, foi também muito imitado pelas mulheres.
    No final dos anos 30, com a aproximação da Segunda Guerra Mundial, que estourou na Europa em 1939, as roupas já apresentavam uma linha militar, assim como algumas peças já se preparavam para dias difíceis, como as saias, que já vinham com uma abertura lateral, para facilitar o uso de bicicletas.

    Anos 40
    O corte era reto e masculino, ainda em estilo militar. As jaquetas e abrigos tinham ombros acolchoados angulosos e cinturões. Os tecidos eram pesados e resistentes, como o “tweed”, muito usado na época.
    As saias eram mais curtas, com pregas finas ou franzidas. As calças compridas se tornaram práticas e os vestidos, que imitavam uma saia com casaco, eram populares.
    O náilon e a seda estavam em falta, fazendo com que as meias finas desaparecessem do mercado. Elas foram trocadas pelas meias soquetes ou pelas pernas nuas, muitas vezes com uma pintura falsa na parte de trás, imitando as costuras.
    Os cabelos das mulheres estavam mais longos que os dos anos 30. Com a dificuldade em encontrar cabeleireiros, os grampos eram usados para prendê-los e formar cachos. Os lenços também foram muitos usados nessa época.
    A maquiagem era improvisada com elementos caseiros. Alguns fabricantes apenas recarregavam as embalagens de batom, já que o metal estava sendo utilizado na indústria bélica.
    A simplicidade a que a mulher estava submetida talvez tenha despertado seu interesse pelos chapéus, que eram muito criativos.
    Durante a guerra, a alta-costura ficou restrita às mulheres dos comandantes alemães, dos embaixadores em exercício e àquelas que de alguma forma podiam frequentar os salões das grandes maisons.
    Anos 50
    Com o fim dos anos de guerra e do racionamento de tecidos, a mulher dos anos 50 se tornou mais feminina e glamourosa, de acordo com a moda lançada pelo “New Look”, de Christian Dior.
    Metros e metros de tecido eram gastos para confeccionar um vestido, bem amplo e na altura dos tornozelos. A cintura era bem marcada e os sapatos eram de saltos altos, além das luvas e outros acessórios luxuosos, como peles e jóias.
    Essa silhueta extremamente feminina e jovial atravessou toda a década de 50 e se manteve como base para a maioria das criações desse período.
    Com o fim da escassez dos cosméticos do pós-guerra, a beleza se tornaria um tema de grande importância. O clima era de sofisticação e era tempo de cuidar da aparência.
    A maquiagem estava na moda e valorizava o olhar, o que levou a uma infinidade de lançamentos de produtos para os olhos, um verdadeiro arsenal composto por sombras, rímel, lápis para os olhos e sobrancelhas, além do indispensável delineador. A maquiagem realçava a intensidade dos lábios e a palidez da pele, que devia ser perfeita.
    Era também o auge das tintas para cabelos, que passaram a fazer parte da vida de dois milhões de mulheres – antes eram 500 -, e das loções alisadoras e fixadoras.
    Os penteados podiam ser coques ou rabos-de-cavalo, como os de Brigitte Bardot. Os cabelos também ficaram um pouco mais curtos, com mechas caindo no rosto e as franjas davam um ar de menina.
    Ao som do rock and roll, a nova música que surgia nos 50, a juventude norte-americana buscava sua própria moda. Assim, apareceu a moda colegial, que teve origem no sportswear. As moças agora usavam, além das saias rodadas, calças cigarrete até os tornozelos, sapatos baixos, suéter e jeans.

    Anos 60
    A imagem do jovem de blusão de couro, topete e jeans, em motos ou lambretas, mostrava uma rebeldia ingênua sintonizada com ídolos do cinema como James Dean e Marlon Brando. As moças bem comportadas já começavam a abandonar as saias rodadas de Dior e atacavam de calças cigarette, num prenúncio de liberdade.
    Os anos 60, acima de tudo, viveram uma explosão de juventude em todos os aspectos.
    Aliás, a moda era não seguir a moda, o que representava claramente um sinal de liberdade, o grande desejo da juventude da época.
    Na moda, a grande vedete dos anos 60 foi, sem dúvida, a minissaia.
    Os tecidos apresentavam muita variedade, tanto nas estampas quanto nas fibras, com a popularização das sintéticas no mercado, além de todas as naturais, sempre muito usadas.
    As mudanças no vestuário também alcançaram a lingerie, com a generalização do uso da calcinha e da meia-calça, que dava conforto e segurança, tanto para usar a minissaia, quanto para dançar o twist e o rock.
    O unissex ganhou força com os jeans e as camisas sem gola. Pela primeira vez, a mulher ousava se vestir com roupas tradicionalmente masculinas, como o smoking.
    A maquiagem era essencial e feita especialmente para o público jovem. O foco estava nos olhos, sempre muito marcados. Os batons eram clarinhos ou mesmo brancos e os produtos preferidos deviam ser práticos e fáceis de usar.
    A moda masculina, por sua vez, foi muito influenciada, nos início da década, pelas roupas que os quatro garotos de Liverpool usavam, especialmente os paletós sem colarinho de Pierre Cardin e o cabelo de franjão.
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  • Stiletto Nails
  • Gola Peter Pan
  • Eu testei: BB cream oil control, Maybelline
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