21 de dezembro de 2009
Agora chega. Não dá mais pra ficae errando os nomes por ai né galera? Cansada de ver gente trocando as bolas, resolvi fazer um Dicionário Fashion.. é isso ai, peguei os nomes que mais vejo serem confundidos (até na TV, acreditem) e vou reuni-los aqui, cada um com seu devido significado.
Estilista
O estilista é aquele que cria, que bola as roupas de uma coleção. Para isso ele estuda muito sobre seu público-alvo, sobre as tendências pelo mundo, sobre tecidos, sobre técnicas de costura, sobre história da moda, sobre cores, diferentes materiais…enfim, é ele que, junto com sua equipe, tem as idéias e faz os desenhos do que será, depois de um processo bastante longo by the way, as peças que vemos nos desfiles.
Estilista desenha, costura, modela e idealiza a coleção, que muitas vezes nem vai daquele jeito para as lojas, mas é mais uma idéia a ser seguida, uma mensagem a ser passada. Após os desfiles, algumas peças mais conceito poderão ser “adaptadas” para a vida real antes de serem vendidas.
Lá fora, os estilistas são chamados de designers ou couturiers.

Stylist

O stylist, também conhecido como produtor de moda, é aquele que trabalha com a imagem de uma marca e dará a cara à uma coleção ou peça.
Os stylists podem trabalhar com os estilistas nos desfiles para definir como as peças serão apresentadas para o público (afinal, uma blusa pode ser usada de tantas maneiras, com tantos acessórios diferentes, etc.) e ajudam o estilista a contar a estória idealizada para a coleção, trazendo elementos como acessórios, bolsas, sapatos, novas formas de usar uma determinada peça e por aí vai…para que tudo seja apresentado da maneira mais coerente possível.
Eles também podem trabalhar em revistas ou em campanhas para as marcas, definindo as peças que serão usadas nas fotos/vídeos, como serão apresentadas, as locações, as modelos, as cores, os acessórios, iluminação e tudo mais.
Como a história que os stylists contam é fictícia, eles podem colocar modelos com vestidos couture no meio da fazenda, podem colocar salto agulha na praia, podem prender sobrinhas com alfinete…a personalidade e o estilo pessoal das modelos, assim como o que é mais prático e confortável obviamente não é levado em conta, e nem precisa ser!
Assim, os stylists ficam mais livres para dar idéias ótimas para todos nós, para podermos usar como bem entendermos.

Personal Stylist

O personal stylist é a pessoa que cuida da imagem de uma determinada pessoa real e também pode ser chamado de consultor de IMAGEM.
Enquanto os stylists trabalham com modelos, os personal stylists trabalham com pessoas como eu e você, para que estas também possam contar a sua história através das roupas, acessórios e da imagem como um todo (etiqueta, linguagem não-verbal, cuidado com as roupas, cores, etc.).
É um trabalho com pessoas reais,deve ser pensado no que é mais prático para o cliente, o que se encaixa na rotina dele, que ele vai gostar mais. Claro, pois ele não estará em uma locação de revista, ou seja, pode tomar uma chuva ou ter que ficar com a mesma roupa durante o dia todo, passando pelas mais diversas situações…enfim.
Eis o termo mais mal usado de todos os tempos..
Fashionista
O termo fashionista é utilizado para designar aqueles que usam ou criam um visual. São consideradas pessoas de vanguarda, que abusam da criatividade na hora de se vestir. Além dos profissionais da área da moda, como designers e modelos, a “tribo” fashionista reúne todos os apaixonados pelo mundo fashion.
Vistos como excêntricos ou loucos pelos “meros mortais”, os fashionistas pensam em cada elemento agregado ao visual; nada é escolhido de maneira aleatória.
Munidos de muita atitude, são alguns dos principais influenciadores de moda e comportamento.
Além de criar e usar um estilo próprio, o fashionista se torna um personagem de referência para quem almeja, um dia, estar inserido nesse universo.
Seja por admiração ou repugnância, os fashionistas sempre chamam a atenção.
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  • Bambuliz Muriel Bambuliz Muriel é tudo isso mesmo?!
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    18 de dezembro de 2009

    Olá amigos! Hoje tenho boas noticias, passei no vestibular do senai/cetiqt *-*
    Enfim.. vamos lá, moda rock.
    Historia da moda rock
    Nos anos 50, os Rockers invadiam as ruas das cidades. Embalados por Elvis e espelhando-se em James Dean e Marlon Brando, usavam seus casacos de couros com Jeans. Nos Eua, costumavam arrumar briga com um outro grupo, pejorativamente chamados por eles de “Quadrados” (squares).
    Enquanto os “quadrados” viam os rockers como arruaceiros, sujos e marginais, os rockers viam os “quadrados” como “abobados certinhos”, como os mauricinhos dos dias de hoje, provavelmente infelizes nos seus ternos de cor clara e suas gravatinhas.
    Enquanto os ídolos dos rockers seguiam uma carreira solo (embora muitas vezes acompanhados por uma banda de apoio espetacular), os “quadrados” gostavam das “boybands” da época: Grupos de três ou quatro rapazes que cantavam simultaneamente as músicas, cada um fazendo um timbre de voz.
    Paralelamente a isso, o cenário musical inglês, principalmente, se desenvolvia. Nesse país, a tradição era as bandas. Não um artista, nem um grupo de vocais, mas sim uma banda. A maior parte delas se inspiravam no blues de raiz norte americano, a fim de formarem seus sons próprios. Para citar algumas dessas bandas, que fizeram parte da “British Invasion”: The Kinks, The Animals, The Who, Harman’s hermits, Gerry And The Pacemakers e há muitas outras.

    Moda e rock sempre andaram juntos e fico igual um pintinho no lixo quando vejo maneiras cada vez mais criativas de unir essa dupla.
    Preto, tachas e camisetas dos ídolos. Esse tipo de roupa não é restrita ao público adolescente ou aos jovens dos anos 90, caracterizados por camisas xadrezes e camisetas dos seus cantores de rock favoritos. A moda rock’n’roll pode ser incorporada aos guarda-roupas contemporâneos com muito estilo.
    Quem se veste assim, demonstra, mesmo que veladamente, uma rebeldia secreta, parecendo não querer revelar algo, produzindo um quê de mistério, e demonstrando certa representação anti-sentimental.

    Principais peças do estilo rock’n’roll as jaquetas bomber, peças metalizadas, camisetas com estampas de banda, estampas xadrez, saias ou calças, com jaquetas pretas, tachas, camisetas dos ídolos, coturnos e botas. E a maquiagem bem pesada e escura.
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  • O que eu uso no meu cronograma capilar?
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    12 de dezembro de 2009
    Ah gente, quase que tive um infarto hoje quando cheguei na faculdade. Tudo tão lindo *-* e pra completar váááááários modelos feitos com materiais reciclaveis. Então hoje, eu vou dar um tempo no post anterior (prometo continuar ele depois) pra postar sobre esse tipo de roupas.

    Esse jeito de fazer roupa se tornou mais “comum” com a crise mundial do ano passado. Eu lembro bem quando passou na TV, no SPFW, alguns estilistas já usavam essa maneira de fazer. Em algumas a gente nem percebe o que é, então vou dizer. Na primeira foto é um vestido feito todinho de papel, e nessa segunda são placas de raio x e fitas cassetes.

    Nessa blusa foram usadas placas de raio x também.
    Essa eu demorei pra perceber o que era, na verdade, eu só descobri quando li o que era. São garrafas pet, pintadas com spray dourado. Dá pra acreditar?
    Esse vestido eu também não consegui decifrar sozinha, a legenda do site que me salvou. Acreditem, esse vestido é feito de pote de sorvete, em formato de coração. Imaginem o trabalho que não deu.
    Esse eu ADOREI, achei muito muito muito legal mesmo! São sacos de ração! Olha o colorido lindo que ficou, esse eu usaria.
    Esse é outro impressionante, que eu também usaria. A parte de cima são partes de embalagem de amaciante e shampoo, e a parte da saia é saco de lixo.

    Canudos! Lá na faculdade hoje tinham vários de canudo.


    E ai? Usariam? Teriam essa criatividade gigaaaaaaaante pra criar um desses? Torçam por mim ok? Eu PRECISO passar nesse vestibular. Beijos!
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    10 de dezembro de 2009
    Olá amigos, como estão? Hoje eu me empolguei legal pra postar aqui. Fui lá na faculdade fazer a minha inscrição pro vestibular (que já é sabado), e vi LINDOS vestidos feitos de papel, gente, que coisa linda *-* .. E não sei porque, me deu vontade de postar aqui a moda ao longo do tempo. Pra não ficar um post mega gigante, vou dividi-lo; hoje dos anos 20 até os anos 60 e amanhã dos anos 70 aos anos 90 ok?
    Anos 20
    Uma década de prosperidade e liberdade, animada pelo som das jazz-bands e pelo charme das melindrosas – mulheres modernas da época, que frequentavam os salões e traduziam em seu comportamento e modo de vestir o espírito da também chamada Era do Jazz.
    Livre dos espartilhos, usados até o final do século 19, a mulher começava a ter mais liberdade e já se permitia mostrar as pernas, o colo e usar maquiagem. A boca era carmim, pintada para parecer um arco de cupido ou um coração; os olhos eram bem marcados, as sobrancelhas tiradas e delineadas a lápis; a pele era branca, o que acentuava os tons escuros da maquiagem.
    A silhueta dos anos 20 era tubular, com os vestidos mais curtos, leves e elegantes, geralmente em seda, deixando braços e costas à mostra, o que facilitava os movimentos frenéticos exigidos pelo Charleston – dança vigorosa, com movimentos para os lados a partir dos joelhos. As meias eram em tons de bege, sugerindo pernas nuas. O chapéu, até então acessório obrigatório, ficou restrito ao uso diurno. O modelo mais popular era o “cloche”, enterrado até os olhos, que só podia ser usado com os cabelos curtíssimos, a “la garçonne”, como era chamado.
    A mulher sensual era aquela sem curvas, seios e quadris pequenos. A atenção estava toda voltada aos tornozelos.
    Em 1927, Jacques Doucet (1853-1929), figurinista francês, subiu as saias ao ponto de mostrar as ligas rendadas das mulheres – um verdadeiro escândalo aos mais conservadores.

    Anos 30
    Diferentemente dos anos 20, que havia destruído as formas femininas, os 30 redescobriram as formas do corpo da mulher através de uma elegância refinada, sem grandes ousadias.
    As saias ficaram longas e os cabelos começaram a crescer. Os vestidos eram justos e retos, além de possuírem uma pequena capa ou um bolero, também bastante usado na época. Em tempos de crise, materiais mais baratos passaram a ser usados em vestidos de noite, como o algodão e a casimira.
    O corte enviesado e os decotes profundos nas costas dos vestidos de noite marcaram os anos 30, que elegeram as costas femininas como o novo foco de atenção. Alguns pesquisadores acreditam que foi a evolução dos trajes de banho a grande inspiração para tais roupas decotadas.
    A moda dos anos 30 descobriu o esporte, a vida ao ar livre e os banhos de sol. Os mais abastados procuravam lugares à beira-mar para passar períodos de férias. Seguindo as exigências das atividades esportivas, os saiotes de praia diminuíram, as cavas aumentaram e os decotes chegaram até a cintura, assim como alguns modelos de vestidos de noite.
    A mulher dessa época devia ser magra, bronzeada e esportiva, o modelo de beleza da atriz Greta Garbo. Seu visual sofisticado, com sobrancelhas e pálpebras marcadas com lápis e pó de arroz bem claro, foi também muito imitado pelas mulheres.
    No final dos anos 30, com a aproximação da Segunda Guerra Mundial, que estourou na Europa em 1939, as roupas já apresentavam uma linha militar, assim como algumas peças já se preparavam para dias difíceis, como as saias, que já vinham com uma abertura lateral, para facilitar o uso de bicicletas.

    Anos 40
    O corte era reto e masculino, ainda em estilo militar. As jaquetas e abrigos tinham ombros acolchoados angulosos e cinturões. Os tecidos eram pesados e resistentes, como o “tweed”, muito usado na época.
    As saias eram mais curtas, com pregas finas ou franzidas. As calças compridas se tornaram práticas e os vestidos, que imitavam uma saia com casaco, eram populares.
    O náilon e a seda estavam em falta, fazendo com que as meias finas desaparecessem do mercado. Elas foram trocadas pelas meias soquetes ou pelas pernas nuas, muitas vezes com uma pintura falsa na parte de trás, imitando as costuras.
    Os cabelos das mulheres estavam mais longos que os dos anos 30. Com a dificuldade em encontrar cabeleireiros, os grampos eram usados para prendê-los e formar cachos. Os lenços também foram muitos usados nessa época.
    A maquiagem era improvisada com elementos caseiros. Alguns fabricantes apenas recarregavam as embalagens de batom, já que o metal estava sendo utilizado na indústria bélica.
    A simplicidade a que a mulher estava submetida talvez tenha despertado seu interesse pelos chapéus, que eram muito criativos.
    Durante a guerra, a alta-costura ficou restrita às mulheres dos comandantes alemães, dos embaixadores em exercício e àquelas que de alguma forma podiam frequentar os salões das grandes maisons.
    Anos 50
    Com o fim dos anos de guerra e do racionamento de tecidos, a mulher dos anos 50 se tornou mais feminina e glamourosa, de acordo com a moda lançada pelo “New Look”, de Christian Dior.
    Metros e metros de tecido eram gastos para confeccionar um vestido, bem amplo e na altura dos tornozelos. A cintura era bem marcada e os sapatos eram de saltos altos, além das luvas e outros acessórios luxuosos, como peles e jóias.
    Essa silhueta extremamente feminina e jovial atravessou toda a década de 50 e se manteve como base para a maioria das criações desse período.
    Com o fim da escassez dos cosméticos do pós-guerra, a beleza se tornaria um tema de grande importância. O clima era de sofisticação e era tempo de cuidar da aparência.
    A maquiagem estava na moda e valorizava o olhar, o que levou a uma infinidade de lançamentos de produtos para os olhos, um verdadeiro arsenal composto por sombras, rímel, lápis para os olhos e sobrancelhas, além do indispensável delineador. A maquiagem realçava a intensidade dos lábios e a palidez da pele, que devia ser perfeita.
    Era também o auge das tintas para cabelos, que passaram a fazer parte da vida de dois milhões de mulheres – antes eram 500 -, e das loções alisadoras e fixadoras.
    Os penteados podiam ser coques ou rabos-de-cavalo, como os de Brigitte Bardot. Os cabelos também ficaram um pouco mais curtos, com mechas caindo no rosto e as franjas davam um ar de menina.
    Ao som do rock and roll, a nova música que surgia nos 50, a juventude norte-americana buscava sua própria moda. Assim, apareceu a moda colegial, que teve origem no sportswear. As moças agora usavam, além das saias rodadas, calças cigarrete até os tornozelos, sapatos baixos, suéter e jeans.

    Anos 60
    A imagem do jovem de blusão de couro, topete e jeans, em motos ou lambretas, mostrava uma rebeldia ingênua sintonizada com ídolos do cinema como James Dean e Marlon Brando. As moças bem comportadas já começavam a abandonar as saias rodadas de Dior e atacavam de calças cigarette, num prenúncio de liberdade.
    Os anos 60, acima de tudo, viveram uma explosão de juventude em todos os aspectos.
    Aliás, a moda era não seguir a moda, o que representava claramente um sinal de liberdade, o grande desejo da juventude da época.
    Na moda, a grande vedete dos anos 60 foi, sem dúvida, a minissaia.
    Os tecidos apresentavam muita variedade, tanto nas estampas quanto nas fibras, com a popularização das sintéticas no mercado, além de todas as naturais, sempre muito usadas.
    As mudanças no vestuário também alcançaram a lingerie, com a generalização do uso da calcinha e da meia-calça, que dava conforto e segurança, tanto para usar a minissaia, quanto para dançar o twist e o rock.
    O unissex ganhou força com os jeans e as camisas sem gola. Pela primeira vez, a mulher ousava se vestir com roupas tradicionalmente masculinas, como o smoking.
    A maquiagem era essencial e feita especialmente para o público jovem. O foco estava nos olhos, sempre muito marcados. Os batons eram clarinhos ou mesmo brancos e os produtos preferidos deviam ser práticos e fáceis de usar.
    A moda masculina, por sua vez, foi muito influenciada, nos início da década, pelas roupas que os quatro garotos de Liverpool usavam, especialmente os paletós sem colarinho de Pierre Cardin e o cabelo de franjão.
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