31 de maio de 2011
Assim como já foi visto no Fashion Business, o comprimento longo continuará forte na próxima temporada.
Quando vi vários longos nos desfiles de ontem, não me surpreendeu nem um pouco.
A silhueta alongada foi desfilada por todas (ou pelo menos pela maioria) das grifes de ontem.
Será que o maxi-comprimento, fez tanto sucesso assim, a ponto de sobreviver a mais uma estação?!

Como sempre, nosso verão será bastante colorido (na minha opinião, como deve ser).
As cores desfiladas ontem nas passarelas cariocas foram muito similares as que já vimos no Fahion Business.
O laranja esteve presente, assim como o amarelo, rosa, ciano e verde.
Parece que agora sim o Color Blocking engata de vez.

Parece que os fashionistas não gostam muito de matemática, hahaha.
A geometria é um conceito que sempre acaba aparecendo nos desfiles, mas quase nunca vemos andando por aí na rua.
Dessa vez, ela apareceu em forma de recortes de peças bem conceituais e de estampas, como no desfile da Patachou.
Será que dessa vez, a geometria vai pegar?!
Bom, bom, bom, bom!
Amanhã voltarei com o resultado de mais um dia de desfiles.
E aí, qual dessas aí vocês acham que realmente virará tendência?

Beijos!
(Desculpem a má qualidade das montagens, fiz tudo no intervalo da aula)
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    4 de abril de 2010
    Olá!
    Tô retocando meu cabelo (FINALMENTE!) e depois vou para casa da vovó, esperar a familia. Para quem vai almoçar ou passar o dia em familia, curtam bastante, porque amigos vão e vem.. mas a familia é pra sempre.

    Não sei se é falta de atenção ou de informação, mas eu nunca tinha ouvido falar nessa guria, que promete ser icone da moda. Pra quem também não conhecia, Pixie Lott é uma cantora inglesa e tem 19 anos. (Vou parar para ouvi-la em breve, e se for bom eu digo por aqui.. mas por enquanto, vamos só nas roupitchas.) Ela tem um estilo muito.. exótico.. na hora de compor os looks.

    Ela mistura quase todas as tendências e convenhamos, dá muito certo. O que prevalece logo de cara (e isso qualquer pessoa com o minimo de noção de estilo percebe) é que todos (ou pelo menos a maioria) dos looks dela são puxados mais para o estilo rockzinho.
    De dia, a Pixie é bem basiquinha. Usa (e abusa!) dos shorts e vestidos curtinhos e das cinturas alta. Regatas e blusinhas também compõem o estilo.
    De noite, ela também não deixa de lado os curtos e abusa dos brilhos e ankle boots. Scarpins também fazem parte.
    Já nos shows, essa guria é um ES-CAN-DA-LO! Olhem essas hotpants! Tem que ter um corpão perfeito pra usar, e ela usa. E ainda por cima com brilhos.
    Ou seja, ela sabe chamar atenção para o lugar do corpo que provavelmente ela mais gosta.


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    4 de março de 2010
    Hello fashions!
    O inverno tá chegando por ai, e parece que vai ser bem gelado e bastante molhadinho. Para se proteger quando ele chegar pra valer (rimou, e juro que foi sem querer.. HAHAHAHA.. agora foi de propósito, confesso.), vou mostrar umas coisinhas fofas como luvas, cachecóis e gorrinhos.. que podem ser usados por ambos os sexos e em todas as idades.
    É obvio que o inverno é diferente em cada lugar do país, e em alguns é possivel exagerar mais um pouquinho e em outros não. Mas, todos esses que eu vou citar podem ser usados por aqui sim, com bastante cuidado e sem exagerar. Brasil não é o Canadá!

    No caso das luvas, eu acredito que ela possa ser usada no Brasil inteiro, por ser fabricada em diversos materiais, uns mais quentes e outros nem tanto. Ela pode ser usada em qualquer hora do dia e em qualquer lugar. Existem as luvinhas que vão só até o pulso, e as luvas 3/4, que vão até mais ou menos a altura do cotovelo. Na semana de moda de NY, elas foram vistas em diversos desfiles, Carolina Herrera, Vera Wang e Marc Jacobs são alguns desses que colocaram as luvas na passarela.

    Os gorros, também vão aparecer em diversos materiais, o meu preferido sem duvida são os de lã. Esse é um acessório mais fácil de ver as pessoas usando pela rua, mesmo antes do inverno. Existem uns tipo touca mesmo e outras mais semelhantes a boinas (lindas, lindas). Não existem segredo, meninos e meninas podem usar. A dica é ter cuidado com o material e a ocasião em que vai ser usado.

    E os cachecóis e lenços, heim? Esses dão um up em qualquer look básico, mas, esse é um acessório (entre os que eu tô falando hoje) que tem mais regrinhas, e requer mais cuidado. A maneira tradicional de se usar o cachecol é dar apenas uma volta no pescoço, deixando uma ponta longa na frente e uma longa nas costas. Ele pode ser usado com blusas de gola alta, que se forem volumosas, deve-se evitar enrolá-lo ao pescoço, para não aumentar ainda mais esse volume.Se a escolha for uma blusa com gola roulê, mais justinha no pescoço, ficará muito bom se você der duas voltas no pescoço e deixá-lo mais curto, com um nó frouxo na frente. Uma maneira mais chique de usa-lo é usar um cachecol em tecido mais leve e jogá-lo no pescoço, deixando
    duas pontas longas caídas nas costas.
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    10 de dezembro de 2009
    Olá amigos, como estão? Hoje eu me empolguei legal pra postar aqui. Fui lá na faculdade fazer a minha inscrição pro vestibular (que já é sabado), e vi LINDOS vestidos feitos de papel, gente, que coisa linda *-* .. E não sei porque, me deu vontade de postar aqui a moda ao longo do tempo. Pra não ficar um post mega gigante, vou dividi-lo; hoje dos anos 20 até os anos 60 e amanhã dos anos 70 aos anos 90 ok?
    Anos 20
    Uma década de prosperidade e liberdade, animada pelo som das jazz-bands e pelo charme das melindrosas – mulheres modernas da época, que frequentavam os salões e traduziam em seu comportamento e modo de vestir o espírito da também chamada Era do Jazz.
    Livre dos espartilhos, usados até o final do século 19, a mulher começava a ter mais liberdade e já se permitia mostrar as pernas, o colo e usar maquiagem. A boca era carmim, pintada para parecer um arco de cupido ou um coração; os olhos eram bem marcados, as sobrancelhas tiradas e delineadas a lápis; a pele era branca, o que acentuava os tons escuros da maquiagem.
    A silhueta dos anos 20 era tubular, com os vestidos mais curtos, leves e elegantes, geralmente em seda, deixando braços e costas à mostra, o que facilitava os movimentos frenéticos exigidos pelo Charleston – dança vigorosa, com movimentos para os lados a partir dos joelhos. As meias eram em tons de bege, sugerindo pernas nuas. O chapéu, até então acessório obrigatório, ficou restrito ao uso diurno. O modelo mais popular era o “cloche”, enterrado até os olhos, que só podia ser usado com os cabelos curtíssimos, a “la garçonne”, como era chamado.
    A mulher sensual era aquela sem curvas, seios e quadris pequenos. A atenção estava toda voltada aos tornozelos.
    Em 1927, Jacques Doucet (1853-1929), figurinista francês, subiu as saias ao ponto de mostrar as ligas rendadas das mulheres – um verdadeiro escândalo aos mais conservadores.

    Anos 30
    Diferentemente dos anos 20, que havia destruído as formas femininas, os 30 redescobriram as formas do corpo da mulher através de uma elegância refinada, sem grandes ousadias.
    As saias ficaram longas e os cabelos começaram a crescer. Os vestidos eram justos e retos, além de possuírem uma pequena capa ou um bolero, também bastante usado na época. Em tempos de crise, materiais mais baratos passaram a ser usados em vestidos de noite, como o algodão e a casimira.
    O corte enviesado e os decotes profundos nas costas dos vestidos de noite marcaram os anos 30, que elegeram as costas femininas como o novo foco de atenção. Alguns pesquisadores acreditam que foi a evolução dos trajes de banho a grande inspiração para tais roupas decotadas.
    A moda dos anos 30 descobriu o esporte, a vida ao ar livre e os banhos de sol. Os mais abastados procuravam lugares à beira-mar para passar períodos de férias. Seguindo as exigências das atividades esportivas, os saiotes de praia diminuíram, as cavas aumentaram e os decotes chegaram até a cintura, assim como alguns modelos de vestidos de noite.
    A mulher dessa época devia ser magra, bronzeada e esportiva, o modelo de beleza da atriz Greta Garbo. Seu visual sofisticado, com sobrancelhas e pálpebras marcadas com lápis e pó de arroz bem claro, foi também muito imitado pelas mulheres.
    No final dos anos 30, com a aproximação da Segunda Guerra Mundial, que estourou na Europa em 1939, as roupas já apresentavam uma linha militar, assim como algumas peças já se preparavam para dias difíceis, como as saias, que já vinham com uma abertura lateral, para facilitar o uso de bicicletas.

    Anos 40
    O corte era reto e masculino, ainda em estilo militar. As jaquetas e abrigos tinham ombros acolchoados angulosos e cinturões. Os tecidos eram pesados e resistentes, como o “tweed”, muito usado na época.
    As saias eram mais curtas, com pregas finas ou franzidas. As calças compridas se tornaram práticas e os vestidos, que imitavam uma saia com casaco, eram populares.
    O náilon e a seda estavam em falta, fazendo com que as meias finas desaparecessem do mercado. Elas foram trocadas pelas meias soquetes ou pelas pernas nuas, muitas vezes com uma pintura falsa na parte de trás, imitando as costuras.
    Os cabelos das mulheres estavam mais longos que os dos anos 30. Com a dificuldade em encontrar cabeleireiros, os grampos eram usados para prendê-los e formar cachos. Os lenços também foram muitos usados nessa época.
    A maquiagem era improvisada com elementos caseiros. Alguns fabricantes apenas recarregavam as embalagens de batom, já que o metal estava sendo utilizado na indústria bélica.
    A simplicidade a que a mulher estava submetida talvez tenha despertado seu interesse pelos chapéus, que eram muito criativos.
    Durante a guerra, a alta-costura ficou restrita às mulheres dos comandantes alemães, dos embaixadores em exercício e àquelas que de alguma forma podiam frequentar os salões das grandes maisons.
    Anos 50
    Com o fim dos anos de guerra e do racionamento de tecidos, a mulher dos anos 50 se tornou mais feminina e glamourosa, de acordo com a moda lançada pelo “New Look”, de Christian Dior.
    Metros e metros de tecido eram gastos para confeccionar um vestido, bem amplo e na altura dos tornozelos. A cintura era bem marcada e os sapatos eram de saltos altos, além das luvas e outros acessórios luxuosos, como peles e jóias.
    Essa silhueta extremamente feminina e jovial atravessou toda a década de 50 e se manteve como base para a maioria das criações desse período.
    Com o fim da escassez dos cosméticos do pós-guerra, a beleza se tornaria um tema de grande importância. O clima era de sofisticação e era tempo de cuidar da aparência.
    A maquiagem estava na moda e valorizava o olhar, o que levou a uma infinidade de lançamentos de produtos para os olhos, um verdadeiro arsenal composto por sombras, rímel, lápis para os olhos e sobrancelhas, além do indispensável delineador. A maquiagem realçava a intensidade dos lábios e a palidez da pele, que devia ser perfeita.
    Era também o auge das tintas para cabelos, que passaram a fazer parte da vida de dois milhões de mulheres – antes eram 500 -, e das loções alisadoras e fixadoras.
    Os penteados podiam ser coques ou rabos-de-cavalo, como os de Brigitte Bardot. Os cabelos também ficaram um pouco mais curtos, com mechas caindo no rosto e as franjas davam um ar de menina.
    Ao som do rock and roll, a nova música que surgia nos 50, a juventude norte-americana buscava sua própria moda. Assim, apareceu a moda colegial, que teve origem no sportswear. As moças agora usavam, além das saias rodadas, calças cigarrete até os tornozelos, sapatos baixos, suéter e jeans.

    Anos 60
    A imagem do jovem de blusão de couro, topete e jeans, em motos ou lambretas, mostrava uma rebeldia ingênua sintonizada com ídolos do cinema como James Dean e Marlon Brando. As moças bem comportadas já começavam a abandonar as saias rodadas de Dior e atacavam de calças cigarette, num prenúncio de liberdade.
    Os anos 60, acima de tudo, viveram uma explosão de juventude em todos os aspectos.
    Aliás, a moda era não seguir a moda, o que representava claramente um sinal de liberdade, o grande desejo da juventude da época.
    Na moda, a grande vedete dos anos 60 foi, sem dúvida, a minissaia.
    Os tecidos apresentavam muita variedade, tanto nas estampas quanto nas fibras, com a popularização das sintéticas no mercado, além de todas as naturais, sempre muito usadas.
    As mudanças no vestuário também alcançaram a lingerie, com a generalização do uso da calcinha e da meia-calça, que dava conforto e segurança, tanto para usar a minissaia, quanto para dançar o twist e o rock.
    O unissex ganhou força com os jeans e as camisas sem gola. Pela primeira vez, a mulher ousava se vestir com roupas tradicionalmente masculinas, como o smoking.
    A maquiagem era essencial e feita especialmente para o público jovem. O foco estava nos olhos, sempre muito marcados. Os batons eram clarinhos ou mesmo brancos e os produtos preferidos deviam ser práticos e fáceis de usar.
    A moda masculina, por sua vez, foi muito influenciada, nos início da década, pelas roupas que os quatro garotos de Liverpool usavam, especialmente os paletós sem colarinho de Pierre Cardin e o cabelo de franjão.
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  • Umectação com… maionese??
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