27 de abril de 2011

Que brasileiro tem fama de “copiador”, todos sabemos. Quando alguma coisa vira hit lá fora, marcas brasileiras resolvem “inovar” por aqui e fazer igual aos outros. Porém, nem tudo fica tão maravilhosamente perfeito como era para ser.
Cansada e revoltada com os esmaltes daqui, resolvi hoje falar sobre o assunto. Prestem atenção: não é uma critica. É um direito que temos de argumentar sobre o que compramos.
Os esmaltes brasileiros, cumprem com o que prometem?
Agora, o que virou moda foram os esmaltes 3D, ou holográficos.. e sobre estes, muito a declarar. Os holográficos de lá, são fortes e realmente dão um efeito 3D nas unhas. Alguns, são tão fortes que me dão vertigem (é sério!). As cores são realmente bonitas e estes, cumprem o prometido, que é uma cobertura holográfica, 3D.
Já os brasileiros… não parecem ter entendido muito bem o que significa um efeito holográfico e criaram “esmaltes 3D” que mais parecem aquelas coberturas de glitter que já deram e eu quero bem longe da minha caixa de esmalte. Tivemos problemas com a parceria com a LUDURANA (já deve estar sendo resolvida), e eu, tive que comprar os esmaltes se quisesse testá-lo. De fato eu comprei, e os problemas com o 3D brasileiro começou logo que cheguei ao caixa da farmácia, a começar pelo preço, R$ 3 reais. Não lembro ao certo quantas cores tinham, mas eu optei por comprar uma só.

Cheguei em casa ansiosa para ver uma unha 3D bem na minha frente, e… ele não ficou como eu esperava, mas sim, indesejadamente purpurinado. E os problemas não acabam aí, na hora de tirar, ele solta muita purpurina e suja toda a mão, e parece que gruda.. saindo só depois de um tempo.
Não contente com a péssima experiência, resolvi testar o 3D da IMPALA. Paguei R$ 4 nele e as diferenças entre esse e o anterior começam pelo o que é visto através da embalagem. O da Impala parece muito mais holográfico que o da Ludurana. E isso foi comprovado após o uso. Ainda não é um 3D igual aos internacionais, mais diria que está 70% mais próximo do que é prometido.. Já o da Ludurana …

Os craquelados também viraram tendência mundo a fora, e com o Brasil não foi diferente. Rapidamente, marcas brasileiras trouxeram o efeito “cracked” para os nossos esmaltes.
Posso garantir que meus problemas com os craquelados brasileiros não foram menores do que com os holográficos, embora tenha testado apenas a marca LUDURANA.

Com toda aquela afobação ao ver coisa nova, comprei logo dois e paguei, mais ou menos R$ 3,50 por cada um deles. Com o azul, não tive tantos problemas, ele teve uma boa cobertura e craquelou lindamente, embora tenha ficado meio fosco, nada que um extra brilho não resolva. Já com o rosa.. problemas. A cor dele é bonita…. dentro do vidro. Quando usado na unha, o rosa fica muito transparente, deixando ser visto a cor do esmalte usado como base. Se passado mais de uma vez, ele craquela, abre demais, e fica um horror. Não posso comparar com nenhum outro, pois ainda não achei o da Big Universo, mas, dizem as más linguas que o craquelado da Big é realmente perfeito.. vejamos daqui a alguns dias.
Esse post ficou imenso, e olha que eu nem testei os flocados ainda heim…
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26 de abril de 2011
Essa semana, parece que tudo tem girado em torno do tão esperado e comentado casamento real. Depois de tanto assistir documentários no GNT, National Geographic Channel, Discovery Home & Health, resolvi falar um pouco sobre o assunto.
Não entendo nadinha de questões protocolares, regras a serem seguidas, o que pode e o que não pode ser usado pela noiva em um casamento desses, e, nem fiz questão de pesquisar.. melhor não limitar a imaginação.
Apesar disso, consigo visualizar direitinho o vestido que Kate usará daqui a alguns dias, ainda que nada sobre isso tenha sido divulgado (onde será que guardaram o vestido? Deve estar em um cofre vigiado pelos guardas britânicos…).

Viajando um pouco pela história, achei vestidos de três importantes enlaces reais. Victoria, Elizabeth e Diana
(antes desses é meio complicado achar fotos).
Nos três podemos ver coisas em comum: o volume, o comprimento do véu (bem.. beeeeem longo), as mangas volumosas e a presença de bordados e/ou rendas.
Já falamos sobre o estilo da Kate por aqui e acredito que grande parte desses elementos usados anteriormente pode ser descartado. Acredito que o vestido dela não será tão volumoso como os anteriores e não deve ter mangas tão “apresuntadas”
(é, o nome desse estilo de manga é manga presunto, nojento né?).
Também não acredito que ele vá ser branco. Na época do casamento de Diana, era um pré-requisito ser virgem para casar, e aconteciam até exames para comprovar isso.
Mas! Nossa querida futura princesa, já mora com seu principe a alguns meses, e quando esse assunto de virgindade voltou a tona, principe William já descartou o tal exame de cara. Por causa disso, acredito que o vestido dela será em um tom mais nude, mais off-white (se o branco não for uma das exigências de um casamento real, é claro).


Agora vamos ao que deve ter no vestido da princesa.
Acho que o vestido dela será de renda, deve ser justo e posso até apostar em um modelo estilo “rabo de peixe”.
Não acho que vá ser volumoso, não faz muito o tipo dela. Acredito que ele vá ser mais “clean”, minimalista.. mais seco do que os anteriores. Se houver algum tipo de volume, não será no estilo “bolo de noiva”.. deve ser mais moderno, e esse volume deve aparecer através de drapeados ou franzidos.
Posso apostar que uma coisa não vai faltar: um chapéu ou casquete. Já é a marca registrada dos looks dela, e pelo menos eu, não deixaria de fora no casamento.
Bom, e aí, quem dá mais? Alguém acha a mesma coisa que eu? Pensa totalmente diferente? Diz aí!
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25 de abril de 2011

Festivais de música são quase a mesma coisa que semanas de moda, quando o assunto são os looks. Seja maratona de shows ou de desfiles, a prioridade é sempre o conforto, e, chamar atenção, é lógico. Com o Rock in Rio batendo na porta (ok, ainda falta, mas a ansiedade é grande), borbulham posts falando sobre roupas de festivais e por aqui, não será muito diferente.
Decidi me render ao assunto e falar sim sobre o que usar em festivais de música.
Quando o assunto é esse, a peça preferida da grande maioria é o tão básico short jeans. Além de confortável, tem a questão liberdade, dá para pular e sentar para esperar o próximo show sem preocupação de estar mostrando a calcinha por aí.
Além disso, fica mais fácil de escolher as outras peças e mais dificil de errar. Dá para compor qualquer estilo, do hippie ao lady like com um simples short jeans.
Acho que os vestidos não devem ficar de fora, também são uma opção legal, desde que com short por baixo ou maxi vestido.
Outro ponto importante a ser discutido são os sapatos. Na minha opinião, saltos devem estar fora de cogitação na hora da escolha. Porque? A grande maioria dos festivais ocorrem na grama, e dá para andar de salto na grama? Complicado. Já sou contra saltos em shows, em festivais então, nem preciso comentar.
As melhores opções são rasteirinhas, sapatilhas, tênis (olha os oxfords aí!) e as galochas (eba!).
As bolsas… não dá para sair sem bolsa, fato. Precisamos de dinheiro, documentos, câmeras e celulares. E é meio dificil carregar tudo isso no bolso. Porém, como já ouvimos falar, no SWU ocorreram muitos roubos e,
(espero que não, mas…) no Rock in Rio não deverá ser muito diferente disso.
Então eu sou a favor das bolsas que fiquem pertinho no corpo, e pequenas. Bolsas carteiro são legais, pois atravessa o corpo e dá pra sentir se alguém resolver dar uma conferida no que tem dentro. Mas na minha opinião, as mochilas são a melhor escolha.
Bom, eu acho importante deixar um casaquinho ou cardigan, ou qualquer coisa do gênero separado. Todos sabemos como o clima é imprevisivel e a madrugada é sempre mais gelada (apesar do calor humano). Uma escolha boa para esse tipo de emergência, são as camisas xadrez ou jeans, pois são fáceis de carregar e ainda dá para deixar amarrada na cintura sem ficar trash.
Além de tudo do que foi falado, tem aquelas pessoas que fazem de tudo para chamar atenção e para esses casos, vale fazer aloca.
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