16 de fevereiro de 2015
Eis uma coisa que eu nunca tinha feito aqui no blog: resenha de um lugar! Isso mesmo gente, estamos acostumadas a resenhas de produtos e etc, mas dessa vez, eu fui viver uma experiência em um lugar super bacana e vim compartilhar com vocês tudinho!
Essa semana eu fui conhecer a Spolish Nail Bar & Spa, que fica aqui na Barra da Tijuca (RJ), que traz um conceito de “salão” diferente aqui para a cidade. Lá fora, nos Estados Unidos, França e em vários cantinhos do mundo, já é comum misturar um salão de unhas com um bar, para que as clientes fiquem confortáveis e relaxadas para fazer as unhas sem aquela barulheira de secador ou cheiro forte de química. Ninguém merece, né? Você vai lá linda só fazer as unhas e sai cheirando a formol! 

A Spolish ainda tem um extrinha, que além de unhas e bar, também oferece serviços de spa em um ambiente separado, suuuuper tranquilo e aconchegante. Nesse outro espaço, são feitas massagens corporais e faciais, além de depilação e alongamento de cílios.

O ambiente é muito descontraído, confortável e gente, a decoração tem as cores que eu mais gosto! Música boa e funcionários muito, muito, muito, educados e sempre dispostos a deixar tudo do jeitinho que você quer. 
(Espaço VIP)

A Spolish também oferece um espaço VIP, para você levar suas amigas em uma comemoração especial, despedida de solteira, aniversário ou até mesmo para bater um papo depois do expediente de trabalho. Para quem tem filhas, também existem serviços direcionados para as crianças, com esmaltes mais lindos ainda e claro, um cuidado extra com as princesinhas.
Bateu a fome? Não tem problema, o bar está ali justamente para te ajudar. Champanhe, sucos naturais, tortas integrais, e para quem gosta de uma gordice como eu, tem brownie!
Lá são oferecidos desde uma esmaltação simples até uma massagem super relaxante. Existem combos, que você escolhe de acordo com a sua necessidade. Não tem tempo de ficar esperando tirar cutícula (ou simplesmente não tem necessidade de tirar, como eu)? Sem problema, a “Rapidinha” está aí para isso, unha feita e cutícula hidratada. Está em um baita stress e precisa relaxar? Também tem a opção de fazer as unhas enquanto recebe uma massagem relaxante. Precisa fazer mão e pé ao mesmo tempo? Também existe um combo onde uma profissional faz a sua mão, enquanto a outra faz o seu pé. Existem serviços, combos e valores para todo mundo e tenho certeza que você vai encontrar um que preencha suas necessidades e o seu bolso.

Acho que contei tudo sobre a Spolish, né? Agora preciso contar sobre a minha experiência.
Experiência de quem sempre fez a unha sozinha: é bom demais receber esse cuidado de outra pessoa! Assim que cheguei lá, meus olhos logo avistaram aquela infinidade de esmaltes, marcas, cores e meu primeiro pensamento foi “como escolher?”, vocês sabem que eu sou a doida dos esmaltes e das cores, e que se eu pudesse, faria a unha todo dia só pra usar uma cor nova, né? Pensei que ia passar vergonha, porque passaria mais tempo escolhendo o esmalte do que fazendo a unha de fato hahaha.
Então me aconcheguei em uma dessas bonitas e deliciosas poltronas e logo veio a profissional me atender, Lanassa, ficamos papeando sobre unha, claro. Sobre como eu parei de roer, sobre como eu conseguia fazer em casa sozinha e enquanto o papo fluía, ela disse o que todo mundo costuma me dizer “nunca tire suas cutículas, elas são muito finas!”, então ela só tirou a pelezinha das laterais, me colocou uma luva com hidratante dentro e tcharan, mão pra dentro de uma maquininha que faz a massagem mais gostosa do mundo! Melhor ainda para quem tem tendinite e trabalha digitando o dia inteiro, essa massagem é uma cortesia para quem vai fazer as unhas.
E aí chegou a hora que eu mais temia “quais são suas cores favoritas?”, minha resposta inicial foi TODAS!! Mas todas não podia, não é? Então fiquei nos azuis e roxos, que no momento são minhas cores favoritas. E lá foi ela em busca do esmalte perfeito. Graças a Deus, porque se fosse eu, não teria sido tão rápida. Achei que a pior parte tinha passado, mas eis que ela volta com uma bandeja cheia, lotada de esmaltes azuis e roxos de todas as marcas possíveis!  Comecei a separar na bandeja os que eu mais gostava e a escolha continuava impossível. Mas ok, consegui. Um azul quase preto que eu nunquinha tinha usado. Ufa! Poderia ter sido pior.
Mas aí ela me volta com um álbum cheeeeeeeeeeeeeio de películas, gente! Como? Escolher um esmalte só já tinha sido muito dificil! E ainda faltava escolher a película! Mas dessa vez, foi mais rápido, uma azul, estilo azulejo português que eu A M O! Tcharan, mais papo, sobre delineado, sobre maquiagem e quando eu menos esperava, unhas prontas!
Vocês sabem que meu pé é destruído por causa do ballet, feio, feio de doer! Por isso eu nem faço a unha, porque além de feio, só vai durar até a próxima aula. Sendo assim, escolhemos só hidratar e receber massagem de mais uma maquina. Ô delícia! Tudo que meus pés cansados dos últimos dias precisava!
Eu simplesmente ameeeeeeeeeeei a Spolish!  Super, super, super recomendo para quem é do Rio ir lá dar uma conferida, conhecer, fazer as unhas para experimentar, eu garanto que vocês vão ficar viciadas como eu, doida pra marcar logo outra ida. E eu vou. Em breve!

A Spolish fica na Av. das Américas 8505 loja 107 – Las Palmas – Barra da Tijuca. O horário de atendimento é de terça à sábado das 9 ás 20 horas. 

Telefones para contato:
(21) 3502-5575
(21) 3502-5749
O agendamento pode ser feito pelo telefone ou através do aplicativo Trinks.com, disponível para download gratuito em Iphones e Android!
Além disso, siga a Spolish nas redes sociais para ficar por dentro das promoções!
Facebook: https://www.facebook.com/spolishnbs
Instagram: http://instagram.com/spolishnbs
E se você for lá, não esquece que foi a Iasmim que indicou, heim?!
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  • Inspiration #27
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    28 de outubro de 2013

    Oi, oi!
    Nunca fiz um post desse tipo, mas quando a coisa é boa, a gente sempre compartilha! Não é todo mundo que curte passar horas e horas no museu, horas e horas olhando quadros e esculturas, mas por outro lado tem uma galera que curte e muito! E eu não podia ser diferente, afinal, sou formada e moda e todo tipo de arte me encanta.
    Ontem fui visitar o MAR Museu de Arte do Rio (em breve posto as fotos desse) e depois passei no CCBB, Centro Cultural Banco do Brasil, ver a exposição  “Yayoi Kusama: Obsessão Infinita”.

    Para entender um pouquinho da artista, Yayoi Kusama é japonesa e tem 84 anos e é considerada uma das maiores artistas do Japão. Ela desenvolveu TOC (transtorno obsessivo compulsivo) e as bolinhas se tornaram uma compulsão na sua vida, arte e até mesmo no visual. Além disso, ela também tem obsessão por espelhos e objetos fálicos (por isso algumas instalações são indicadas para maiores de 18 anos).
    Ela ainda é viva e continua trabalhando, mas desde 1977 ela vive por vontade própria em um hospital psiquiátrico em Tóquio e usa seu apartamento que fica há poucos minutos de distância como ateliê para desenvolver seu trabalho.

     A exposição conta com 110 obras, realizadas entre 1949 e 2012, que inclui pinturas, trabalho sobre papel, esculturas, vídeos e instalações. Nem preciso lembrar que fotos dos quadros não são permitidas e para fotografar as instalações, só pode ser sem flash.

    Esta sala de espelhos é cheia desses “objetos fálicos” de bolinhas, é claro e só pode permanecer lá dentro por 20 segundos (mas nada impede de entrar outra vez depois). O tempo é suficiente para fotografar (sem flash) e ficar meio zonza com a ideia de infinito que os jogos de espelhos proporciona.
    Além dessa instalação também tem outra com espelhos e luzes e mais uma escura, iluminada apenas por luz negra e também cheia de bolinhas.

    A exposição termina com uma sala que (era) branca, na entrada dela você ganha uma cartela de adesivos de bolinhas coloridas, pra colar onde quiser. A exposição começou no inicio de outubro e a sala já está desse jeito que dá pra ver na foto seguinte, só tem espaço no teto e olhe lá! Como será que vai estar essa sala no final da exposição em janeiro, heim?

    Eu adorei, saí de lá doida pra desenhar e encher meu quarto de bolinhas também. Para quem curtiu e quer visitar, a exposição “Yayoi Kusama: Obsessão Infinita”, fica em cartaz até o dia 22 de janeiro de 2014 e funciona de quarta a segunda, das 9 as 21 horas. O Centro Cultural Banco do Brasil fica na Rua Primeiro de Março, 66 – Centro. E ah, a entrada é franca!
    Para quem não é do Rio, não fique triste, depois daqui ela segue para  Brasília (entre fevereiro e abril de 2014) e em depois para São Paulo (21 de maio).

    Tem mais foto lá no meu Instagram 🙂

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  • Inverno 2012 by Fashion Rio #2
  • Comprimento Mídi
  • Palestra com Ronaldo Fraga
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    24 de agosto de 2013

    Terceira e última parte da minha viagem para Foz do Iguaçu. Ainda não viu a parte 1 e a parte 2? Não perde tempo não e dá uma olhada!
    Bom, depois dessa última parte eu não sei mais como superar a minha DPV: Depressão Pós Viagem. Como disse na primeira postagem, Foz me encantou de um jeito que eu nem podia imaginar. Não vejo a hora de voltar (sem chuva), pra poder ver as Cataratas num belo dia de sol e fazer coisas que não deu tempo de fazer, como o roteiro de compras no Paraguai.
    Mas bom, vamos lá, continuando.

    No nosso terceiro dia de viagem, fomos conhecer as tão faladas Cataratas do Iguaçu. Mais uma vez estava muito, muito, muito frio! Cerca de 5°C, que com o vento e a chuva, dava a sensação de ser menos ainda, ou seja, congelante! No dia anterior, com o tour pela Loumar, soubemos mais sobre as Cataratas, coisa que ninguém da CVC contou pra gente. Mas bom, chegando no Parque Nacional do Iguaçu, você desce do ônibus e compra o ingresso que tem diferença de preço para brasileiros e estrangeiros. Depois disso, tem uma lojinha com coisas fofas e não tão caras como eu esperava. Com medo das filas, eu já tinha comprado os nosso ingressos pela internet, no site da Cataratas do Iguaçu S.A, é só imprimir o voucher e apresentar no caixa de “Compras da internet”, não demorou nada e nem tinha fila pra quem ia comprar na hora. Mas, tivemos a grata surpresa de ter ganho 2 cupons de desconto: um de 10% de desconto no restaurante Porto Canoas e outro também de 10% de desconto nas lojinhas. Eu ganhei um e amor ganhou outro. E aí, apresenta os ingressos, passa pela catraca e sobe no ônibus novamente e segue por uma estrada que parece longa, mas passa rápido. Depois, hora de seguir a trilha. Esperava enfiar o pé na lama e ter problema com árvore e raízes expostas, mas nada disso. A trilha é tranquila, de concreto e tem alguns (poucos) degraus. Durante todo o tempo você vai beirando as Cataratas e há também alguns mirantes que vão mais “pra dentro” da água. Não estava chovendo, mas nos molhamos como se estivesse, mesmo com a capa de chuva. As mãos estavam congelando (e não tínhamos luva!). Mas é realmente incrível! Eu não encontrei até hoje palavras para descrever as Cataratas, tudo que eu penso, ainda parece pouco perto de tanta grandeza. Uma curiosidade muito interessante: A palavra “Iguaçu”, do tupi-guarani, significa ÁGUA GRANDE. Não podia ser mais apropriado, né? Antes, beeeeeem antes, eram chamadas de “Santa Maria” porque quando os espanhóis estavam navegando pelo rio e ouviram o barulho da queda, amarraram as canoas numa árvore e resolveram seguir a pé por terra pra ver o que tinha mais a frente, e quando viram a enorme queda d’água, exclamaram “SANTA MARIA!”, mas aí não sabemos se pelo susto de ser algo tão enorme e lindo ou de alivio, do tipo “Santa Maria, quase que a gente morre!” hahaahhaha.
    Ah, os quatis! Já ia me esquecendo dos ladrões mais fofos que já vi na vida. Aconselho que ninguém vá com nenhum tipo de comida na mochila, porque eles te perseguem mesmo! Se der mole, eles sobem em cima de você pra roubar comida!

    O guia que nos levou no dia anterior para o City tour que contou essa história sobre o nome das Cataratas, também contou sobre uma lenda muito muito linda sobre a formação delas.
    Antigamente, quando só os índios Caigangues habitavam a região, eles acredivatam que o mundo era governado pelo deus M’Boy, filho de Tupá que tinha forma de serpente. O cacique da tripo tinha uma filha, que era considerada a mulher mais bela da tribo: Naipi. Tão bonita que tinha o poder de fazer as águas do rio pararem quando ela olhava seu reflexo. Por ser tão bonita, Naipi, foi ofertada a esse Deus e então viveria somente para ele. Mas, também nesta tribo existia um índio chamado Tarobá, que quando viu Naipi, se apaixonou na mesma hora. No dia da festa de oferenda, enquanto todos festejavam e bebiam, Naipi e Tarobá fugiram uma canoa, que era arrastada pela correnteza do rio. Quando o Deus M’Boy percebeu a fuga dos dois, ficou furioso e então se embrenhou na terra e produziu uma fenda, que deu origem as cataratas. Com a fúria da água e do buraco recém formado, a canoa e dois dois índios despemcaram, desaparecendo pra sempre. A lenda ainda diz que M’Boy transformou Naipi em uma rocha, que fica bem no centro das cataratas e Tarobá em uma palmeira que fica lá em cima, na beira do abismo. Pra que ele possa sofrer pra sempre vendo o sofrimento da amada coberta pelas águas. É comum que um arco iris se forme nesse ponto, conta-se então, que quando ele aparece, é a força do amor desses dois, que supera a força da água e se encontram. Fala sério, não é lindo?????

    Voltando (mais uma vez) para as Cataratas. A caminhada é fácil, e pode ser rápida ou demorada, dependendo do ritmo de cada um (e de quantas vezes você vai parar para tirar foto).  Depois da caminhada, você acaba dando de cara naquela passarela enorme que todo mundo já viu alguma vez na tv. Se eu já estava morrendo de frio antes, nessa hora acho que eu virei um cubo de gelo! O vento era muito, muito forte! E eu estava tão ensopada, que parecia que eu tinha dado um mergulho. Já estava molhada mesmo e já estava ali, porque não seguir até a ponta da passarela? E gente, é de tirar o fôlego! Você vê a água passando a um, dois metros debaixo do seu pé e quando chega lá na ponta, vê aquela queda enorme! É incrível demais pra descrever em palavras. As fotos da beirada não ficaram boas, pois tinha muita neblina e estava molhando demais a câmera. Imagina, se queima e eu perco todo o resto das fotos?! Depois, segue de volta pela passarela e entra na fila, igualmente molhada, para o elevador panorâmico. Não consegui tirar fotos dele, porque lá dentro também é molhado e como estava cheio, acabei ficando perto da porta. Saindo do elevador, tem uma outra lojinha, uma lanchonete estilo fast-food, uma outra mais parecida com um café e o restaurante Porto Canoas. Estávamos totalmente ensopados, com as mãos congeladas, cansados, mas completamente felizes e realizados. Tudo, tudo valeu a pena depois daquela vista impressionante. Fomos mais rápidos do que necessário, então acabamos ficando tempo demais perambulando por ali. Na lojinha, vende meia, luva, toalhinha, camisas, bichinhos de pelúcia e todo tipo de lembrancinha pra levar pra casa. Primeiro compramos o necessário: uma toalha e luvas para os dois. Meu lado consumista gritou, e eu ainda comprei um cachecol lindo e quentinho (também era necessário, vai.. o meu estava ensopado) e um ímã fofo de geladeira do quati. O frio era tanto que esquecemos de usar nossos cupons de desconto!!!!!
    Minha única queixa é quando ao fast food, achei fraco (sério) e a falta de um ambiente aquecido também foi importante. Passamos muito tempo na lojinha só pelo quentinho que estava lá dentro haha. Finalmente, encontramos nosso ônibus. Havia opção de conhecer o Parque das Aves, mas a essa altura já estava chovendo e preferimos deixar para a próxima. Então, voltamos para o hotel, nos secamos e esperamos pelo passeio que mais queríamos: COMPRAS NO PARAGUAAAAAAAAAI!

     De noite, tínhamos comprado também com a Loumar, o passeio no Shopping Del Este, no Paraguai. Todo mundo me pergunta se valeu ou não a pena e bom, sempre vale a pena porque é sempre bom conhecer um lugar novo. Com o dólar alto do jeito que estava, as coisas não estavam baratas como ouvimos falar por aqui. Os perfumes, estavam mais baratos no Duty do que no shopping. As maquiagens estavam basicamente os mesmos preços que no Brasil. Como já tinha ido pra lá com dólares trocados, eu tinha que gastar de qualquer forma (ahah), então comprei uns sabonetes da VS, um rímel e um delineador da Maybelline. Por exemplo, o rímel custou $15, o mesmo preço que compramos aqui no Brasil. Aproveitei e comprei uns alfajores Havana (deliiiiiiiicia!) e no final, acabei voltando pro Rio com só UM DÓLAR! Olha só a cara de felicidade com as mãos cheias de sacola!
    Da próxima vez, espero ir com uma folga maior de tempo (só quero revisitar as Cataratas e o templo budista) e então vou incluir o roteiro de compras do Paraguai NA RUA, aparentemente, parece ser mais barato que no shopping. Então, senhor dólar, faz favor de baixar pra que meu retorno seja mais rápido!
    Aproveito para agradecer a Loumar por tudo, desde o atendimento pelo email, Josué obrigada pela paciência e atenção! Até esses ótimos passeios maravilhosos e inesquecíveis! E ah, é claro! Pela força que eles deram postando nossos links lá! E quando voltar, será com vocês! #NosLevaDeVoltaLoumar!

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    20 de agosto de 2013

    Continuando o diário de viagem em Foz do Iguaçu! Perdeu a parte 1? Clique aqui pra relembrar.
    Depois da comilança do dia anterior, só nos restou ir para o hotel dormir e tentar aproveitar o máximo de tempo dormindo, porque o segundo dia seria agitado e cheios de coisas boas pra fazer.
    Primeiro fomos a Usina de Itaipu Binacional com a equipe da CVC (pacote incluía ingresso para vista panorâmica e transporte), quando chegamos ao local, fomos conduzidos a um hall com uma foto enorme das barragens abertas (a guia que nos acompanhou disse que em 12 anos de profissão, só conseguiu presenciar a cena 1 vez), maquetes e miniaturas das peças. Depois, entramos em um auditório, semelhante a um cinema, onde passa um filme contando sobre a construção da usina.

    Depois de assistir o filme explicativo, você passa a entender mais ainda que a cidade foi toda construida por causa da criação da usina, era muita gente trabalhando e a cidade não tinha recurso pra comportar toda aquela quantidade de trabalhadores que em sua maioria eram acompanhados de familia. A vista panorâmica, como diz o nome, você tem uma visão panorâmica de toda a usina. O trajeto é feito de ônibus, que para em dois lugares diferentes para poder admirar e fotografar, depois, entra todo mundo no ônibus outra vez e segue admirando só pela janela e ouvindo mais da história do lugar.
    Mas é no mirante que você se vê minúsculo perto da grandiosidade da usina, tudo é muito grande! Maior que ela, só os números que fizeram parte de sua história, vou contar só alguns:

    • O volume total de concreto utilizado na construção da usina seria suficiente para construir 210 estádios de futebol como o do Maracanã, no Rio de Janeiro.
    • O ferro e aço utilizados permitiriam a construção de 380 Torres Eiffel
    • A vazão máxima do vertedouro da Itaipu (62,2 mil metros cúbicos por segundo) corresponde a 40 vezes à vazão média das Cataratas do Iguaçu.
    • A altura da barragem principal (196 metros) equivale à altura de um prédio de 65 andares.

    Por azar, o tempo virou bruscamente do primeiro para o segundo dia. A chuva, o vento eram muito, muito fortes! Mesmo com capa de chuva, ficamos completamente ensopados. Por isso faltam fotos boas da usina, mas pretendemos voltar no verão ou quando a probabilidade de chuva for menor.
    O passeio todo dura em média 1hora 30 minutos. A CVC tinha opção de outros passeios, como roteiro de compras no Paraguai, por exemplo. Mas como disse na postagem anterior, fechamos todos os passeios que não estavam incluidos na CVC com a Loumar Turismo. Então, voltamos para o hotel com tempo apertadinho, só para secar os tênis com secador do hotel e descer pra esperar a van, que mais uma vez nos buscou pontualmente no horário marcado.

    Partimos então para o City Tour Histórico com a equipe da Loumar, dessa vez, acho que o nome do guia/motorista era André (ou algo do tipo), que provou que os homens também conseguem fazer mais de duas coisas ao mesmo tempo. O cara dirigia, prestava atenção no trânsito, consertava o microfone que tava com mal contato e ainda por cima contava a história da cidade! Contou a história da cidade desde que começou a criação da usina até hoje, a cidade é novinha perto das nossas “grandes” cidades brasileiras, ano que vem, Foz do Iguaçu completa seu primeiro centenário! A primeira parada foi no Marco das Três Fronteiras, Brasil, Paraguai e Argentina. O lugar é bem bonito e tem uma vista bonita também, mas tem cara de super abandonado. Fica um pouco mais distante da cidade, talvez esse seja o motivo de tal “abandono”. Basicamente o lugar se resume a esse “triângulo” que é o Marco, a vista, uma lojinha super cara, uma lanchonete que vende biscoito e refrigerante e uns cachorros simpáticos.
    O lugar é bonito, só merecia ser melhor cuidado. Fica a dica aí! Mais uma vez a chuva e o frio estavam lá, firmes e fortes, nos ensopando mais uma vez.

    Depois, voltamos ouvindo mais sobre a cidade, passando por ruas importantes.. até chegar na nossa segunda parada: Mesquita Muçulmana. Na Mesquita, só pode entrar acompanhado de uma das senhoras de lá, as mulheres não podem entrar com a cabeça descoberta e ninguém pode entrar calçado. Mas não precisa se preocupar, a senhora simpática enfia o “véu” carinhosamente na cabeça das mulheres. E ô coisa desconfortável! Bom, a mesquita é um lugar realmente bonito, mas eu não via a hora de sair de lá e arrancar aquela coisa da minha cabeça.
    Esse teto redondo grandão, era pintado de dourado, por causa do calor que faz em Foz (podendo chegar a 47°C no verão), a manutenção estava tendo que ser feita com mais frequencia e o custo estava alto. Então, resolveram deixar tudo branquinho mesmo.
    O guia já tinha dado explicações sobre ela, mas senti falta de explicações por parte da moça que cuida do lugar.. ela só ficou lá parada olhando pra gente, fotografando quem pedia ajuda. Ficou aquele clima de “ela não vai falar nada?”.
    Todos de volta ao quentinho da van e rumo a próxima parada: Templo Budista.

    O lugar também é um pouco distante do centro, mas segundo o guia tem um ônibus que passa perto e o resto do caminho precisa ser feito a pé. Mal descemos da van e a tempestade desabou em cima de nossas cabeças. Ficamos realmente triste, pois somos amantes da cultura oriental e não podemos ver e fotografar direito por causa do temporal. Você só pode tirar foto até chegar ali na “casinha”, no templo. Do lado de dentro, é proibido. Também foi dificil enxergar lá dentro, porque nem as luzes eles acenderam! Tivemos que ficar esperando a chuva diminuir pra poder sair. Ah! Todas essas estátuas vieram da China! Nessa última foto, onde são todas iguais, são 109, que representam as 109 reencarnações de buda. Tem uma lojinha lá dentro, com miniaturas, incensos e etc, tudo bem carinho. O pessoal fala chines e o portugues é bem enrolado, mas na hora das contas eles mandam bala! hahahahahaha
    Fim de mais um passeio com a Loumar, voltamos pro hotel ensopados outra vez.

    O combinado com a CVC era que, logo após o desembarque em Foz, eles nos levariam ao Duty Free. Furada. Disseram que nosso hotel tinha transporte grátis pra lá e que se a gente quisesse ir, que resolvesse com o hotel. Ok, CVC, thnks! Antes de sairmos para o city tour, marcamos nossa ida ao Duty com o hotel mais tarde. E mais uma vez nosso tempo estava apertadíssimo! Mal chegamos e só tivemos tempo de trocar as roupas molhadas, pegar a carteira e descer para esperar a van. No Duty a história é diferente, não pode entrar com bolsa, câmera, celular, nada. Fotos? Nem pensar. Para entrar, você ganha um adesivo com um número de identificação e logo passa por um estreito corredor, onde colocam todos os seus pertences dentro de uma bolsa com um lacre impossível de ser rompido. Aquilo é uma loucura! Um espaço “pequeno” entupido de pessoas, mercadorias de todo tipo e vendedores dispostos a te ajudar. Com o dólar nas alturas (cotado a R$2,40), estava difícil achar algo que valesse a pena comprar lá e não aqui ou na internet, onde é possível parcelar. Maquiagens não estavam valendo a pena, eram as mesmas marcas que temos aqui (Revlon, Maybelline, Smashbox..), não vi MAC e tinha Victoria’s Secret. O que estava valendo a pena eram os perfumes, o 212 Men de 50 ml estava $53 e o de 100 ml estava $73, comprei porque tinham me encomendado eles. Pra dizer que não comprei nada pra mim, comprei uns chocolates, um saco grande de Kit Kat, e um gloss da VS. Tínhamos pouco tempo lá dentro, cerca de 2 horas pra olhar tudo e ainda ir pra fila quilométrica do caixa, a pressão psicológica que o motorista fez pra ninguém se atrasar foi enorme! E sem relógio ou celular pra saber quanto tempo ainda tínhamos era pior ainda. Pegamos o que tínhamos que pegar e corremos pro caixa, onde passamos longos 40 minutos. Saímos de lá no minuto certo em que o motorista já carregava o grupo para a van, ufa!
    Nesse dia, pegamos muita chuva e muito frio que me fizeram mal e eu cheguei no hotel queimando de febre. Resolvemos não sair mais e pedimos uma pizza no Pizza Hut no quarto mesmo. E chega! Prontos para dormir, que o dia seguinte era dia de Cataratas!

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